Tuesday, November 11, 2008

Nós provamos que Murphy estava errado


A coisa toda já dava mostras de que não ia andar bem uma semana antes do Festival um quando num telefonema combinamos de ficar num hotel. Minha intenção inicial era ir, assistir aos shows e voltar para Ribeirão na mesma noite. Mas, pedido de amiga não se recusa e decidimos pela hospedagem em algum lugar próximo de uma estação do metrô ou que não ficasse tão longe da tal Vila dos Galpões.
O problema é que parece que meio mundo estaria em São Paulo no mesmo final de semana e os hotéis com preços e quartos razoáveis localizados nas proximidades das estações do metrô estavam todos lotados. E agora? Optamos por um que era um pouco mais caro, mas resolveria nosso problema. Reserva feita, passagem comprada, finalmente chega o tão aguardado dia. E aí sim Murphy resolveu dar suas caras.
Saí de Ribeirão às 13h00, com destino a São Paulo e chegada prevista para as 17h05. Só esqueceram de avisar o motorista, que foi parando em todos os pontos da estrada para pegar outros motoristas, policiais e passageiros; e a torcida do São Paulo que, voltando de um jogo congestionou a Marginal do Tietê em pleno sábado. Assim, nosso horário que já era apertado ficou ainda pior. E também foi assim que, ligando para a Dri para avisar que estava chegando, descobri que o hotel simplesmente sumiu com nossa reserva e a gente estava, literalmente, na rua. Com tempo para raciocinar dentro do ônibus parado eu só conseguia pensar: “bem, na pior das hipóteses, nós deixamos nossas coisas num guarda-volumes na rodoviária e corremos para o show”.
Enfim, com isso tudo, além de eu atrasar para chegar na rodoviária a Dri também ia atrasar para me buscar e o intervalo até o horário do show, que era de 3h30, passou a ser de 2h30. Isso em Ribeirão Preto é uma vida, mas em SP...
Mas nós estávamos determinadas a chegar para assistir o show de Jesus and Mary Chain e era isso que faríamos. Na última hora, já na rodoviária, a Dri conseguiu o telefone de um hotel que ainda tinha vagas. Rumamos correndo para lá, entre metrô e táxis, com mochilas e muita, mas muita, ansiedade. Eu tinha certeza que ia dar tudo certo no final, mas minha companheira de aventura, coitada... estava desesperada. Ela ia basicamente para ver o show do Jesus.
No final, conseguimos um quarto e só passamos nele, mesmo, para deixar as mochilas. Descemos correndo, rumamos para a estação do metrô e, quando parecia que tudo estava correndo bem, descobrimos que a van que faz a baldeação entre duas estações de metrô que não são interligadas, simplesmente não funciona de final de semana. Era o fim... já era 19h50 mais ou menos e só tínhamos quarenta minutos. Definitivamente parecia que todas as Leis de Murphy estavam dispostas a nos mostrar quem é que mandava afinal. Mas, com a mesma determinação que eu havia dito em Londres que “não tinha ido até ali para ser derrotada por um sapato”, eu não estava disposta a ser derrotada por imprevistos. Ainda que eu não fizesse questão de assistir ao show de Jesus and Mary Chain. Corre, pede informação, pega táxi. Vai dar tudo certo agora, ok? Não. Porque apesar de todas as lendas afirmarem que motoristas de táxi em São Paulo conhecem bem a cidade, acho que pegamos justamente um que não sabia nem onde ficava o nariz. Não conhecia a Vila dos Galpões, não sabia ir a Santo Amaro e, pior, não sabia chegar na estação de trem mais próxima. O tempo corria... o trânsito parava. Para completar, ele pára o carro no meio da Marginal e diz: “Vou deixar vocês por aqui porque não sei onde é a entrada da estação. Vocês vão ter que perguntar.”
Tudo bem! Qualquer coisa é melhor que um taxista perdido. Assim, correndo da direita para a esquerda no meio da Marginal, perguntando onde era a entrada da estação, parecíamos duas baratas tontas. Até que uma outra garota vinha na direção oposta e resolvemos perguntar para ela. A resposta: “Eu também não sei. Parecer ser ali, mas está tudo fechado. E o pior é que estou atrasada para ir ao show do Jesus and Mary Chain.”
Ohhhhhhhhhhhhh God!!! Finalmente alguma coisa parecia dar certo. Mas a essa altura já eram umas 20h10. O que fazer então? Da-lhe táxi. Por sorte, dessa vez, um que sabia aonde ir. Sorte, porque nós três, que não nos conhecíamos arrumamos assuntos incríveis. De Tim Festival a Planeta Terra, de The Killers a Amy Winehouse, shows, cambistas, músicas, tudo foi assunto. Mas, a verdade, acho que falar sem parar era o antídoto para a ansiedade que tomava conta das três. E se não der tempo?
Mas deu! Chegamos quando Jesus tocava a primeira música.
Assistimos a todos os shows que queríamos. E, no final, fomos para casa de alma lavada com a certeza de termos provado a Murphy que ele estava errado. Afinal, nem tudo que pode dar errado vai dar errado da pior maneira possível. No nosso caso, tudo que podia dar errado acabou dando certo da melhor maneira possível.

Planeta Terra


Fui conferir o Planeta Terra, no último dia 08 de novembro. E apesar de ter gostado bastante, ainda tenho ressalvas. Não que eu seja uma pessoa absurdamente experiente em festivais de rock, mas apesar de toda a organização, eu ainda achei que algumas coisas poderiam melhorar. Claro que, se comparado ao Tim Festival do ano passado que todo mundo meteu o pau, o Terra foi um exemplo. Os shows começaram e terminaram na hora, os caixas e bares espalhados por todo o local não permitiam que as filas quilométricas se formassem ou o empurra-empurra tomasse conta de quem queria tomar cerveja. Na praça de alimentação, até exisitam filas, mas isso é coisa que se explica, porque lanches, pizzas e etc são mais demorados para ficar prontos.
Mas, minha grande pergunta é: por que não usar o esquema do Claro que é Rock nos palcos? Dois palcos, um de frente para o outro, quando acaba o show em um começa o do outro, nunca acontecem dois shows ao mesmo tempo e você consegue ver todos? Tudo bem que o local onde o Terra foi feito não permitia isso (aparentemente), mas eu acho que seria mais eficiente. O público não precisaria ficar andando para lá e para cá atrás dos shows, sair no final de um para assistir o outro. Mas, como eu disse, não sou uma pessoa experiente em festivais. Só estou dando minha opinião.
Sobre os shows que assisti (Jesus and Mary Chain, Breeders e Kaiser Chiefs), nada a reclamar. Exceto, talvez, pela burocracia de Jesus (entraram, fizeram o show e foram embora, sem muitas palavras). Mas, Breeders e Kaiser Chiefs superaram isso tudo. Principalmente os últimos, já que o vocalista Ricky Wilson deu um show a parte pulando na galera, falando português (tão bem quanto um britânico de "primeira viagem" pode falar, se é que vocês me entendem), dançando, publando, enfim, colocando fogo na galera. E palmas para o tecladista Peanut que, dois dias antes, precisou ser internado em SP para retirar o apêndice e ainda assim estava lá, presente, participando do show.
Enfim, no final das contas foi um belo festival e, tenho certeza que todos saíram de lá satisfeitos com o que viram.
Ah e uma última observação. Passando pelo bar, vi um pedaço do show do Offspring e saí com a seguinte conclusão: se eles não fizeram playback, são a melhor banda do mundo. Porque o show é igualzinho a música que toca nas rádios: voz, acordes, música... tudinho.

Wednesday, November 05, 2008

Sam Cooke - Live at the Harlem Square Club


Comecei achando chato, mas depois de ouvir durante um tempo, comecei a gostar.
No final, já estava chacoalhando a cabeça e batendo o pé enquanto trabalhava.
Gostei!

Phil Spector - A Christmas Gift for You


Não sou uma das 10 maiores fãs de músicas natalinas, no mundo. Mas acho que isso só se aplica àquelas versões que os brasileiros insistem em tocar: instrumental, com aquele som irritante da harpa, e só as músicas tradicinais... Aff.
Mas esse disco de Phil Spector não é assim, obviamente. É recheado daquelas músicas que tocam em qualquer filme americano que se passe na época do Natal, e que faz todo mundo morrer de vontade de brincar na neve. Mesmo que não goste de frio, como eu... hehehehe
Bem legal. Gostei!

Tuesday, November 04, 2008

Bob Dylan - The Freewheelin' Bob Dylan


Não gosto de Folk.
Fiquei com a sensação de que estava ouvindo o mesmo bla bla bla durante umas duas horas e ainda não tinham passado nem 60 minutos.
Irritante, pelo menos para mim.
Resultado: não gostei.

The Beatles - With the Beatles


Primeiro álbum a vender um milhão de cópias na Grã-Bretanha e segundo dos Fab-Four.
Gosto desse disco, particularmente, porque ele ainda é do tempo que os "garotos de Liverpool" faziam rock desperetensioso, dançante e divertido.
As músicas são rápidas e para alguém que, como eu, odeia aquelas músicas imensas, isso o torna simplesmente perfeito.
Enfim... Beatles são Beatles e tem quem jure que tudo o que eles fizeram é ótimo. Tem até quem jure que é blasfêmia falar mal deles.
Eu não gosto de tudo.
Mas desse sim...

Thursday, October 30, 2008

Ray Price - Night Life


Não conseguir formar uma opinião ouvindo só uma vez. De qualquer maneira está incluso na categoria: consegui ouvir sem me irritar. O que é muito bom.
Vamos colocar no item: disco para ouvir e se divertir. Apesar de que as letras são bem tristes.
Não gostei, nem desgostei.
Até dá para ouvir de novo, mas não sei se farei isso!

Wednesday, October 29, 2008

Stan Getz & Charlie Byrd - Jazz Samba


Sou conhecida por não gostar de Jazz mas, talvez pela familiaridade com algumas das músicas desse disco, até que não o achei insuportável.
Passou desapercebido enquanto rodava no Windows Media Player, o que significa que não me incomodou.
Lembrou trilha sonora de festa de ricaços, à beira da piscina, em novela do Manoel Carlos.

Monday, October 27, 2008

Brooker T. and The M.G.s - Green Onions


Em 1962 as músicas desse CD podiam soar muito "cool", conforme disse o 1001 Discos.
Mas eu não gostei nada. Nem sei classificar o que é. Aliás, para mim, parecia que estava escutando sempre a mesma coisa...
Enfim... não fez muita diferença.

Wednesday, October 22, 2008

Ray Charles - Modern Sounds in Country and Western Music


Triste até falar chega. Mas, ao mesmo tempo, lindo também.
Perfeito para aqueles dias nublados, frios, quando tudo o que se quer é ficar enfiado em casa, curtindo uma boa música.

Bill Evans - Sunday at the Village Vanguard


Bastou elogiar um disco de jazz para, logo depois um outro me entediar...
O cara podia ser um gênio e ele até tem uma cara bem simpática.
Mas, definitivamente, não gostei do cd. Nem eu e nem o Windows media player, que executou uma operação ilegal bem no meio...
Coisas da vida...

Tuesday, October 21, 2008

Muddy Waters - Muddy Waters at Newport


Esse disco é considerado um marco por ter sido o responsável por moldar o gosto de Jimmy Page e Eric Clapton pelo som urbano dos Estados Unidos. E quem leu a biografia de Clapton consegue ter a exata dimensão dessa importância, pela maneira como ele a descreve.
Blues é sempre blues. A mim, lembra bares escuros, homens de chapéu e óculos escuros, guitarras e álcool, muito álcool.
Fora isso, esse é um disco bem legal! Do tipo que eu teria comprado se vivesse na época do lançamento.

Jimmy Smith - Back at the Chicken Shack


Eu acho um nome estranho para um disco de jazz, maaaaaaaas...
Comecei o disco achando que jazz dos anos 60 era melhor que o dos anos 50, pelo menos para meus ouvidos. Mas conforme as músicas foram passando e se tornando maiores, começou a me irritar.
O que nos leva a concluir que não gosto de músicas muito longas.
No geral é legalzinho.

Monday, October 20, 2008

The Everly Brothers - A Date with the Everly Brothers


Para mim, The Everly Brothers nunca foram mais que a dupla da qual fazia parte Erin Everly, ex-esposa de Axl Rose. Ah, sim... e os carinhas que cantavam "Crying in the Rain" na versão que tocava na propaganda do Laka, milhares de anos atrás.
Ouvi e continuei na mesma.
Não gosto muito do tipo de rock que eles faziam... Acho bem "chocho".
Enfim... não incomoda, mas também não faz diferença.
O famoso "não faz fá nem fu".

Miriam Makeba - Miriam Makeba


Uma grata surpresa! Assim eu definiria esse trabalho de Miriam Makeba. Depois de passar por todos aquelas músicas latinas e etc da década de 50, eu não estava esperando muito do disco da sul-africana Miriam Makeba.
Preconceito a parte, eu achava que ia lidar com algum tipo de música chato e repetitivo que me irritaria na segunda música.
Doce engano. O CD é bem legal e as músicas são bem bonitas. Não acho que é o tipo de música que eu colocaria para tocar no rádio do carro enquanto dirijo na estrada, por exemplo. Mas não me incomodaria de ouvi-lo enquanto estou em casa de pernas para o ar.
Enfim: gostei!

Sunday, October 19, 2008

Elvis Presley - Elvis is Back


Bem, Elvis é Elvis e se não for um arraso, no mínimo dá vontade de dançar.
Gostei do disco. Ele tem toda aquela ginga maliciosa característica de Elvis e fundinho de blues...
Enfim! Como eu já disse: Elvis é Elvis!
Aprovadíssimo!

Thursday, October 16, 2008

Joan Baez - Joan Baez


Finalmente chegamos à década de 60, mas esse começo não me animou em nada. Joan Baez pode ter suas qualidades e seus fãs mas eu, que não gosto de quase nada, quase morri de tédio ouvindo esse disco.
Quero só ver o que virá pela frente...

Wednesday, October 15, 2008

The Dave Brubeck Quartet - Time Out


Paaaaaaaaaaaaaaaaaaaaalmas para ele pq ele merece!!! De verdade! Gostei de algumas músicas... de verdade mesmo.
Vai ver porque é o último da década de 50. Devo ter me sentido inspirada.
Mas é fato: gostei.
Não me incomodou, o que é uma coisa incrível.
Nem acredito que consegui gostar de pelo menos um CD de Jazz!!!
Até me entusiasmei!

Sunday, October 12, 2008

Marty Robbins - Gunfighter Ballads and Trail Songs


As músicas ficaram tocando um tempão e não me incomodaram e esse é o critério que eu uso para saber se odeio alguma coisa, se gosto ou se não faz diferença.
Esse entrou no quesito "não faz diferença", já que eu não gosto de country.
Definitivamente não é um disco que eu devo ouvir outra vez. Mas... vai saber, né?

Thursday, October 09, 2008

Miles Davis - Kind of Blue


É lindo! Quanto a isso não tenho nenhuma dúvida.
O problema é que mais uma vez não é o tipo de música que me agrada ficar ouvindo. Acho que não gosto de jazz...
Apesar de, novamente, é preciso deixar claro: esse disco é lindo!!!!

Wednesday, October 08, 2008

Ray Charles - The Genius of Ray Charles


Ray Charles era o cara! A voz dele, incrível.
O disco é lindo. Mas... the same problem...
Música lenta, lenta, lenta... que me mata de ouvir muito tempo.
Mesma categoria dos outros dois: perfeita a dois ou em dias de crise.

Ella Fitzgerald - Ella Fitzgerald Sings the George and Ira Gershwin Songbook


É bonito, mas com o passar das músicas começou a me irritar!!!
Não sei o que foi, mas começou a me parecer insuportável de ouvir até o fim. Não sei se é o ritmo das músicas ou se é porque elas me pareceram bem parecidas umas com as outras.
De novo: acompanhada e em ocasiões especiais, deve funcionar.

Sara Vaughan - Sarah Vaughan at Mister Kelly's


Achei o disco bem bonito, embora não seja o tipo de música que eu escute no dia-a-dia. Ainda assim, em "certas ocasiões" é uma boa pedida.
Mesmo assim, me deixou meio "para baixo" na hora de ouvir.
Acredito eu que ouvir acompanhada deve ser bem melhor.
Ah, sim. Adorei a capa.

Thursday, October 02, 2008

Gay Potter?


Well... apenas sendo maldosa na essência.
Primeiro veio o beijo gay em plena cerimônia de uma premiação na Inglaterra, depois o bafafá em torno de suas "saidinhas" com a duplinha formada por Kevin Spacey e Sthephen Fry (esse último, gay até o último fio de cabelo), a seguir, a historinha de que faria um "James Bond" gay e gostaria de ter "Rupert Grint" (coitado, isso que dá ser fiel escudeiro do mago mais famoso dos últimos anos... hehehehe) como "leading lady", mais um comentário sobre querer fazer um papel gay, depois querer ser uma drag queen para usar muita maquiagem no olho, agora troca de cartas com conteúdo "amoroso e sexual" com o ator (isso mesmo ator)que faz o papel de um dos cavalos da "Equus"...
Dan... do yourself a favor, honey: SAIA DO ARMÁRIO AGORAAAAAAAAAAAAAA!!!

Vc vai ser muito mais feliz e o mundo vai parar de especular.
Se bem, que eu acho que isso só vai acontecer após o último filme do Harry Potter, pq a Warner Bros deve estar segurando o rapaz até o último instante, para não dar mais polêmica.

Apenas vendendo o peixe que eu comprei... e sendo maldosa... só um pouquinho.
;)

Jack Elliot - Jack Takes the Floor


Hmmmmmmmm...
Bem... não consegui formar uma opinião a respeito desse disco.
Não me causou repulsa, mas ainda não sei se posso dizer que gostei de fato.
Mas é "legalzinho". Me lembrou alguma coisa que eu ainda não sei o que é (e por alguma coisa, leia-se banda).

Billie Holiday - Lady in Satin


Lindo!
Lindo de verdade!
Só não dá para ouvir seguidas vezes porque quem tem tendência a suicídio, certeza que sobe no prédio mais alto da cidade e se joga.
Mas quem disse que tristeza não pode ser linda?
Eu gostei. E muito!

Wednesday, October 01, 2008

Tito Puente - Dance Mania, Vol 1


Ouvi só de teimosia! E porque me prometi ouvir os 1001 Discos.
Só para constatar, mais uma vez, que não gosto desse tipo de música.
Me pergunto quantos mais virão pela frente até chegar ao último...
E ainda nem começou o Rap...

Monday, September 22, 2008

Little Richard - Here's Little Richard


Agooooooooora sim!
Esse é bem legal! Ainda tem cara de filmes da "Sessão da Tarde", mas é que esses filmes são clichê ao extremo quando são ambientados na década de 50.
Mas Little Richard é rock... e, sendo assim, eu gosto.
Dá para ouvir várias vezes. Talvez não seguidas, mas que dá para ouvir, isso dá.

Wednesday, September 17, 2008

Machito - Kenya


Fácil de ouvir. Do tipo de música que não incomoda. Mas também não dá para ouvir duas vezes seguidas porque aí já começa a me irritar.
Para mim, tem cara daquelas músicas que ficam tocando antes do início de eventos, festivais e premiações.
Acho que por isso me cansa se ouvir durante muito tempo. Porque me lembra esperas intermináveis...
Mas eu achei mais legal que Palo Congo, por exemplo. Bem mais legal.

Tuesday, September 16, 2008

Miles Davis - Birth of the Cool


Esse nome é tudo.
"Birth of the Cool". E Miles Davis é bem cool.
Mas entre se cool e eu ouvir muuuuuuuuuuito existe uma distância bem grande.
Vai ficar guardado porque com certeza terá seus momentos no player. Mas não a toda hora e, principalmente, não a qualquer hora.

Sabu - Palo Congo



Pode ser muito interessante. E até imagino um contexto daqueles de filmes, com uma festa, num lugar muito quente, a mulherada com aquelas roupas decotadas e todo mundo suando às bicas... em Cuba ou algum lugar parecido.
Nesses casos e regado a muito álcool pode ser. Mas, em casa, no MP3 player... não rola!

(Não gosto de nada, meu Deus!!!)

Thelonious Monk - Brilliant Corners


Voltando aos 1001 Discos...

Tenho certeza que esse disco tem a trilha sonora perfeita para algum momento na vida de alguém. Mas, não na minha. Pelo menos não ainda. Afinal, não se pode saber o que vai acontecer daqui para frente...
Além de não ser meu estilo de música preferido, embora me desperte sensações que eu naõ sei descrever, contra ele pesa o fato de que eu "odeio" músicas muito longas. Principalmente se o caso for ouvir prestando atenção (quando estou em algum lugar e a música é apenas incidental, não me preocupo). Mas, para ouvir enquanto trabalho... não rola.

Enfim... mais um que não vai para o repeat.

Friday, August 29, 2008

Londres...


Que uma imagem vale mais que mil palavras, isso todo mundo já sabe. Mas acho que nem imagens e nem palavras são capazes de descrever Londres. Porque, para mim, isso é simplesmente impossível. Faltam cheiros, faltam cores, faltam americanos, muçulmanos, espanhóis, hindus, indianos, franceses, espanhóis, portugueses, brasileiros e gente do resto do mundo convivendo numa babel onde o idioma que menos se ouve é o inglês. Faltam “Almirante Nelson” (o cara sem um olho e um braço que bateu Napoleão) e nossa imaginação criativa que o transformou numa aberração com direito a ilustração e tudo, e o “Duque de Wellington” – O cara – (que derrotou definitivamente Napoleão) e cujo fantasma assombra o Grenadier (um pub) apenas em setembro. Falta Guiness “batizada”, Carling, New Castle, George Inn (a cerveja do The George, o pub favorito de Amy Winehouse), London Pride e outras tantas cervejas. Faltam palácios, torres, pontes, gaivotas no centro da cidade, esquilos no parque, guardas da rainha, Charing Cross e King Cross. Faltam “ladies and gentlemen”, “Please mind the gap between the train and the platform”, “Miiiiiiiiiiind the Gap”, “mantenham seus pertences sempre junto a você”, metrô parado, turistas assustados e aborígines tranqüilos. Falta estação do metrô que toca música clássica, estação com músicos de rua, ventania no túnel, cabelo desarrumado, frio, chuva de cinco minutos, café da manhã inglês. Falta ouvir corvos grasnando enquanto se espera o trem, trazendo de volta à lembrança todos aqueles filmes que você assistiu e nos quais aquele som prenunciava algo aterrorizante ou indicava um local abandonado. Falta a multidão em Portobello Road, a confusão de Camden Market, e os cachorros que se “auto-passeiam”. Faltam “Dri, troca sua passagem”, “Dri, você tem que ficar mais”, “o Cara”. Faltam ônibus de dois andares, “morrer de árvore e ter sorte de estar no ônibus”, Greenwich, pub às 11h da manhã, pub ao meio dia, ouvir Amy cantando Rehab quando você entra para tomar sua primeira cerveja antes do almoço. Falta a “melhor comida da Inglaterra”, a “melhor lingüiça de Londres”, a “melhor cerveja do Reino Unido”, cardápios engraçados e Honest Sausage.
Falta “London school of Samba”, fugir do carnaval e cair no meio do desfile.
Enfim, falta tanta coisa que meu único conselho para qualquer um que me perguntar “e aí, como é Londres?” é: Do yourself a favor. Save some money and go there!!!!

Monday, August 04, 2008

Count Basie - The Atomic Mr. Basie


Segundo o livro "1001 Discos para Ouvir antes de Morrer", esse foi o último disco genial de Basie. Pode ser. Não discuto o mérito ou a qualidade do material e sim o meu gosto para música.
Serviu para confirmar algo que eu já sabia: não gosto de Jazz. Para mim, tem cara de música "de espera". Daquelas que ficam tocando em algum lugar enquanto a gente espera para alguma coisa começar...

Friday, August 01, 2008

The "Chirping" Crickets - The Crickets


Cd com cara de Sessão da Tarde. Isso porque as musiquinhas dançantes lembram aqueles filmes tipo "A Primeira Transa de Johnatan" ou coisas do gênero. Algumas até me lembraram "Dirty Dancing".
É um dos que eu gostei, embora não seja o tipo de música que eu vá ouvir repetidamente.

Aliás... acabei de ler o livro (1001 Discos para Ouvir antes de Morrer), mas, ouvir os Cds... vixi! Isso ainda vai tempo.

Wednesday, July 30, 2008

Songs for Swingin' Lovers - Frank Sinatra


Ok, Frank Sinatra era A Voz! Mas, para mim, é ótimo para ouvir naqueles bailes dos anos 50, onde as mocinhas glamurosas, em seus vestidos rodados, esperavam para dançar com os rapazinhos do pedaço.
Teve momentos em que eu pensei até: ok, dessa vez não dá vontade de me afogar num mar de whiskey. Mas depois mudei de idéia.
Definitivamente, não sirvo para ouvir Frank Sinatra. Vai ver não sou tão requintada assim, musicalmente. Fazer o que, não?

Wednesday, July 23, 2008

Ellington at Newport - Duke Ellington


Voltando aos 1001 Discos...

Vamos lá! O propósito aqui não é criticar ou elogiar as qualidades do Disco "enquanto obra prima". Para isso já foi lançado um livro, escrito por críticos gabaritados e experientes na coisa. O meu propósito é falar o que eu achei do material.

É o tipo da música que não me incomoda. Ou seja, que eu posso ficar ouvindo enquanto faço outra coisa pois é certeza que ela não vai me irritar. Mas, não é o tipo de música que eu, espontaneamente colocaria para ouvir naqueles momentos: "hmmmm... hoje estou no pique para ouvir isso!"

É legal, mas não entra nos meus repeats do MP3 player, definitivamente.

Tem quem goste, tem quem ame e tem quem não goste nada... eu não gosto nem desgosto. Só não é a minha praia...

Então, sigamos em frente...

Monday, July 07, 2008

1001 coisas


Não não... não desisti dos 1001 discos!
A próxima postagem vem com vários... é que ouvi e não escrevi, agora vou ter que ouvir de novo...
Mas vamos às 1001 coisas de hoje (ou nem tantas assim, obviamente)

* Pete Doherty: Fazia tempo que ele não aparecia por aqui. Não por falta de notícias, mas porque eu andava meio "embirrada" com ele. Sim, qdo eu me irrito com alguém deixo de falar dela. Até de ouvir músicas dela. E aquela história dele com a Amy Winehouse estava me irritando deveras. Aff. Quem merece esses dois juntos? Ninguém!!! Mas enfim, passou! E as novas são: 1) o moçoilo resolveu abrir sua casa para a revista Hello-Life. Ou seja, não satisfeito em ficar se mostrando no Youtube ele resolveu "mostrar sua intimidade" numa revista. Afinal, vai que alguém não tem internet, né? E o garoto anda precisando fazer dinheiro. Afinal, drogas custam caro. E advogados também. 2) Dizem por aí que ele vai transformar sua intimidade com Kate Moss em livro e o responsável será Sean Boru, um ex-viciado de quem Pete ficou amigo na prisão (sóóóóó boa gente!!!). 3) Pete fez sua milionésima música em homenagem à Kate Moss. O nome da tal é Bohemian Love e nela ele conta como sente falta da amada! (ah vá, né?). Dá para ouvir aqui no Youtube. 4) Pete pagou 5 mil Libras por um quadro de Kate Moss. Fala sério?!?!?!!?!? Alguém manda interna o moço numa clínica psiquiátrica pq isso já é obsessão!!! A fila anda, queridão! Não deu pra ver não? (apesar que do jeito que Kate Moss é outra idiota, não duvido que ainda vejamos a manchete de que eles estão juntos novamente). Aliás... por falar em manchetes, será que ele não anda se metendo em encrencas, será que ninguém viu nada, será que ninguém contou nada, ou será que fui eu que perdi as últimas? (acho essa a mais provável)...

** Harry Potting ou Harry Renton? Daniel Radcliffe é um espetáculo... basta ficar sem seus assessores por perto e dá com a língua nos dentes, fazendo as declarações mais esdrúxulas. Quem não se lembra da história da Australiana? hahahaha Agora foi a vez do garoto dizer que o próximo Harry Potter terá seus momentos Trainspotting Teen, com referências a sexo e drogas. Ok ok... Referências a sexo, entendo pq afinal é nesse livro (O Enigma do Príncipe) que Rony Weasley dá uns bons amassos em Lilá Brown e Harry começa a namorar Gina Weasley. Agora... drogas? A não ser que poções da sorte, poções do amor sejam referências às drogas, das duas uma: ou eu preciso reler o livro ou preciso rever meus conceitos sobre drogas (também pode ser que o diretor tenha surtado?!?!?!). Porque, na boa, não me lembro de referências às drogas no livro...

*** Kate Perry: Tudo bem que está meio atrasadinho, mas... Eu ouvi o disco de Kate Perry e gostei de algumas coisas e outras achei tão parecidinhas umas com as outras que se a gente ouvir muitas vezes enjôa. Mas, "I kissed a girl" tem uma batida muuuito legalzinha e, "Ur so gay" me ganha porque tem uma letra que diz o que eu gostaria de dizer pra muita gente! hehehe Quando ela diz "you're so gay and don't even like boys", ela diz tuuuuuuuuuuuuuuuudo... mas o resto da letra inteira é uma pérola... Ah, e foi escrita para um ex-namorado, então ela já vai ganhar um lugar no Malvadas logo logo. Aliás, a capa do CD dela me lembrou Pushing Daisies...

E por hoje é só. Já já volto com os discos! hehehe

Sunday, June 22, 2008

Vila Dionísio



E então ontem resolvemos conhecer o Vila Dionísio, o Pub de Ribeirão Preto.

O lugar é lindo. Imenso. Os caixas tem nomes de cidades da Inglaterra (Liverpool, Manchester, London, Newcasttle - e uma outra que não consigo lembrar qual). As referências à Inglaterra estão em todos os lugares. Na cabine telefônica, nas cervejas, enfim... Os pôsteres de filmes como Easy Rider, Blues Brothers, Transpoiting e de bandas, além dos quadros com imagens de cervejas e outras coisas mais são um show a parte. A acústica é boa e você ouve o que as bandas tocam, o que para Ribeirão é uma raridade. Em alguns lugares as paredes são cuidadosamente descascadas, lembrando um prédio velho. Um charme. Sem contar nos muuuuuuuuuuitos tipos de cerveja de várias partes do mundo.

Mas tinha que ter um problema, não? O público. Nem de longe lembra o de um pub inglês. As barbie girls e seus pretês tomam conta. Ontem, segundo uma estimativa minha - obviamente -, das muitas pessoas que estavam lá nem 10% devia fazer a menor idéia do que a banda estava tocando. Era um tributo a Eric Clapton e 90% do povo devia conhecer só as mais famosas: Tears in Heaven (que eu nem sei se tocaram porque fui embora antes do fim), Layla (que mais da metade só reconheceu pelo refrão porque a versão que eles tocaram não era a acústica), Change the World (porque era tema de filme, mas também não sei se tocaram), Cocaine (pelos motivos óbvios, mas que raros deviam ser aqueles que sabiam que a música nem é do Clapton). Aposto também que a maioria sequer sabia que Wonderful Tonight (que eles tocaram qdo a corda do baixo quebrou e a banda fez um acústico pra não ficar parada), pode ser linda, mas foi escrita por um Clapton irritadíssimo enquanto esperava Patty Boyd terminar de se arrumar para uma festa.

Para mim, a grande tristeza disso, é que quando abrir um lugar novo e mais hypado na cidade, o bando de pseudo celebs e embalinhos, vai embora pra lá e o público que faria valer a pena um pub na cidade não vai ser capaz de mantê-lo funcionando porque não é tão numeroso assim...

Mas agora é o seguinte, eu fiquei com a impressão que durante semana, quando deve estar mais vazio, deve ser muuuuuuuuuuuuuuito legal e que, como ele abre às 17h durante a semana e às 15h aos domingos, deve ser um espaço interessantíssimo para se tomar uma cerveja ou comer alguma coisa legal (pasmém! as comidas não são caras) com amigos, numa alternativa para aquelas horas de tédio que tomam conta de qualquer um quando o final do finds vai se aproximando.

(essa imagem é do site do Vila Dionísio)

Cervejas do Mundo


Estamos vivendo o momendo "Experimentando cervejas do Mundo", que também pode ser nomeado "Treinamento para beber em Londres".
Ontem tomamos Dos Equis (Mexicana) e Devassa.

* Devassa: Cerveja nacional em quatro versões - Loira, Ruiva, Negra e Índia. Nós (eu e Ligia) tomamos a Ruiva porque definitivamente a gente gosta mais de cervejas encorpadas. Já tomei duas vezes a Devassa Ruiva, do tipo Pale Ale e que, segundo o site da cervejaria, mistura 6 maltes especiais com lúpulos europeus. O teor alcóolico é de 4,8% e eu, particularmente, acho bem gostosa.
Gosto de cervejas que permitem que você sinta o sabor delas, não apenas o gosto amargo.
Para fazer a experiência é só tomar uma nacional comum e uma dessas depois. A diferença é gritante.

Ainda não experimentei as outras versões, mas estão na lista, com certeza.

* Dos Equis - Não gosto muito das cervejas do tipo Larger, definitivamente. O teor alcóolico dessa daqui é de 4,5%. Segundo o site do fabricante, ela lembra mais uma pilsen do que a tradicional larger. De qualquer maneira achei o gosto bem fraco, o que me leva a crer que gosto mais das cervejas européias (essa é mexicana), que tendem a ser mais fortes e encorpadas.

Mas, se é para experimentar, vamos continuar a "cruzada da cerveja". Já tomei algumas outras que vou colocando aqui aos poucos.

Cheers ;)

The Wildest! - Louis Prima


Esse é o álbum que tinha ficado de fora da lista, por "problemas técnicos". Agora está aqui. Finalmente ouvi.
Me passa a mesma sensação do anterior, mas não sei se eu ouviria ele todo mais que duas vezes. Mas algumas músicas com certeza.
Não tem nada de deprê é absolutamente dancente e colocaria fogo na pista de uma festa "Anos 50". Tem a cara daqueles filmes da "Sessão da Tarde", daqueles em que a moçada se acabava dançando escondido dos pais, esse tipo de música e dança eram absolutamente indecentes...
Mais um dos que eu gostei.

Saturday, June 14, 2008

This is Fats - Fats Domino


Dando seqüência aos 1001 discos, agora é a vez de This is Fats, de Fats Domino. Quem tem o livro sabe que ele deveria ser o próximo. Mas, por uma questão técnica ainda não consegui ouvir aquele que deveria estar nesse lugar.
Sobre This is Fats, o que eu tenho a dizer é que finalmente encontrei um dos 1001 Discos que com certeza vou ouvir mais de uma vez.
E no momento "como me sinto quando ouço", esse me fez sentir num daqueles episódios de "Cold Case", que se passam nos anos 50. Tem todo aquele jeitinho dançante que a gente, que nasceu beeeeeeeem depois daquele tempo, acha que todos os bailes e todas as músicas tinham.
Gostei tanto que já vou ouvir de novo! ;)

Saturday, June 07, 2008

Tragic Songs of Life / Elvis Presley


* Tragic Songs of Life (The Louvin Brothers): Se Frank Sinatra dá vontade de se enfiar num daqueles bares da Nova Iorque dos anos 50, Tragic Songs of Life, do "The Louvin Brothers" pede um boteco daqueles de beira de estrada americana, onde as pessoas trajadas com camisa xadrez, calça jeans, botas e chapéu de cowboy dançam fazendo aqueles passos combinados e tomam litros de cerveja. Até gostei das músicas mas, particularmente, não é daquelas coisas que eu pensaria em ouvir no meio de uma tarde de quarta-feira, por exemplo, quando tudo o que você precisa é de um estímulo para chegar ao fim de mais um dia de trabalho.

* Elvis Presley (Elvis Presley): Para mim, Elvis sempre foi sinônimo de batidões e música para dançar. Suas músicas românticas sempre foram "lentas" demais para alguém que não gosta muito desse tipo de música, como eu. Claro que conta com pérolas como Blue Sued Shoes e nesse ponto a conversa muda de figura. Ouvi, ouvi e ouvi mais uma vez e continuo com a mesma impressão de antes: Elvis é para dançar. E achei esse disco arrastado demais. Ah, uma curiosidade tirada diretamente do 1001 Discos: você nunca viu esse CD mas acha que conhece a capa? Fácil, The Clash fez uma "homenagem" no seu "London Calling".

Enfim, dos 3 discos indicados que ouvi até agora, nenhum deles vai entrar para minha coleção de preferidos. :/

Monday, June 02, 2008

In the Wee Small Hours - Frank Sinatra


Resolvi que vou fazer meus próprios comentários para os "discos" do livro 1001 Discos para ouvir antes de Morrer. Só preciso ser disciplinada para levar até o fim e, mais, não demorar 1001 dias (ou mais) para escrever.
Até agora, só consegui ouvir o primeiro. Esse do Frank Sinatra - In the Wee Small Hours, lançado em 1955.
Frank Sinatra é Frank Sinatra e sua voz é incontestável. Ouvi-lo me dá aquela vontade de estar de nos anos 50 e freqüentar os bares da Nova Iorque daquele tempo. Mas, minha impressão é que o disco todo é deprimente demais. Ou talvez seja minha impressão de Frank Sinatra, não sei. Ainda existem outros na lista.
A verdade é que esse disco pode ser muito bom, mas não é para mim. Se eu ouvir muito tempo, tenho vontade de me matar. Então... Já cumpri minha missão: ouvi antes de morrer. Mas não posso ouvir mais ou morro antes de ouvir os outros.
Fazer o que? That's me!
Vamos ver os próximos...

Friday, May 23, 2008

The Ting Tings


Eu acho o site do MSN meio ruinzinho para informações sobre entretenimento. Isso porque a mesma notícia fica lá, disponível, durante diiiiiiiiiiias a fio. Praticamente mofando, coitada. Mas de vez em quando a gente consegue aproveitar alguma coisa. Foi assim com um link do Skol Beats, onde li sobre a banda The Ting Tings.
A dupla de Islington Mil, Salford, Inglaterra, é formada por Jules Martino e Katie White e, com sua música que mistura eletrônico e rock, desbancou nomes como Madonna, das paradas inglesas.
O primeiro álbum, We Started Nothing, acaba de ser lançado na Inglaterra (19 de Maio) mas o som da dupla já está disponível na Internet (claro, né?).
"We started Nothing" foi lançado pela Columbia Records. Eu,ainda não consegui escolher minhas preferidas, mas, particularmente, acho que algumas como "That's not my name" (o single que estourou nas paradas) tem cara de Hey Ho(para quem não é de Ribeirão Preto, Hey Ho é uma festa muito legal que rola na cidade e coloca todo mundo para dançar... mas isso é assunto para outro post...). Mas como eu não conhecia a banda antes, não sei se já havia ouvido alguma coisa deles em festas da cidade (agora ouvindo Great DJ, fico com a impressão de já tê-la ouvido em algum lugar)
Para quem quiser conhecer mais sobre The Ting Tings, vale uma visitinha ao Myspace da dupla ou ao Site Oficial
De qualquer maneira, para quem gosta de novidades, fica a dica.

We Started Nothing - The Ting Tings (Columbia Records)

1 Great DJ
2 That’s Not My Name
3 Fruit Machine
4 Traffic Light
5 Shut Up and Let Me Go
6 Keep Your Head
7 Be The One
8 We Walk
9 Impacilla Carpisung
10 We Started Nothing

Friday, May 16, 2008

Muito além de Draco Malfoy


Quem não é fã de Harry Potter talvez nunca tenha ouvido falar de Tom Felton. Na série adaptada do livro infanto-juvenil mais famoso dos últimos tempos, Tom é Draco Malfoy, o desafeto nº 1 de Harry Potter dentre os alunos de Howgwarts.
Mas, enquanto o mundo tem os olhos e a atenção voltada para o intérprete do personagem principal, Daniel Radcliffe, e se esquece dos outros atores da série, é Tom que surge fazendo algo legal. Nos filmes, seu personagem é muito negligenciado, diante do destaque que tem nos livros.
Parece que Tom não se importa muito com isso. Ele já chegou a declarar que não pretende (ou pretendia) seguir a carreira de ator, pós-Harry Potter, e que seu negócio era mesmo a pesca.
No entanto, Felton, que é fã de Eminen - e de Rap de uma forma geral, tem um outro dom (ou hobby). Ele canta. Sim... ele canta, desde os 7 anos e dizem que é bom nisso.
Por que ele merece o post? Porque parece que finalmente ele resolveu mostrar para o mundo seu outro talento e, quem quiser conferir, só precisa acessar o Youtube (Time well spent medley) Ah sim... e não é Rap!
Eu confesso que achei bem interessante. Mas eu sou suspeita para falar porque sou fã de Draco (hehehehehe). Aliás, no vídeo ele ainda estava com visual Malfoy, o que nos leva a crer que isso foi gravado antes do final das filmagens de Harry Potter e o Enígma do Príncipe, já que Tom costuma dar um fim nas madeixas loiras (descoloridas, aliás) quando termina suas participações no filme.
Para quem quiser conferir algo mais na carreira de ator de Tom, ele trabalhou em outros filmes além de Harry Potter, como Second Sight (que eu já assisti mas não lembro o nome em português), onde ele já fazia um papel de mau, e Anna e o Rei.

Abaixo a porcaria audiovisual...


Pode parecer estranho e no mínimo incoerente um jornalista dizer isso, mas existem horas em que sou a favor de um pouco de censura. É bem verdade que só em algumas áreas... mas sou. E pode me xingar, falar mal, o que quiser... Mas tem coisas que não dá para aceitar.
Alguém já parou para prestar atenção nas porcarias que tocam na maioria das rádios brasileiras e, invariavelmente, nos famosos programas de auditório da TV?
E depois reclamam da imagem que os brasileiros têm no exterior. Brasileiras são barradas nos aeroportos mundo a fora sob suspeita de serem prostitutas, mas a culpa é de quem? Não de outro se não dos próprios brasileiros. É só olhar a imagem que a própria TV nacional vende do povo. É um tal de mulher mostrando a bunda na TV, com micro saias, micro shorts... sem contar nos tops minúsculos que exaltam as últimas incursões ao cirurgião plástico e os muitos ML de silicone. Isso sem contar que em qualquer vídeo sobre o Brasil não falta o carnaval. E no Carnaval tem o que? Pouca, aliás, muito pouca roupa. Outra coisa que não falta são as imagens de praia, com garotas de fio dental. Depois, não sabem porque o turismo sexual no Brasil é tão famoso.
Parece moralismo, e pode ser que seja, não nego. Mas eu acho que grande arte do desrespeito das mulheres é culpa das próprias. E o resultado é que quem acaba pagando são aquelas que não têm nada a ver com a história.
E o que tem isso a ver com censura? Tudo! Um país que não preza pela sua cultura, pela educação e, principalmente, por aquilo que chega até o povo, principalmente, crianças e adolescentes que ainda estão em fase de desenvolvimento do caráter, não pode ser respeitado.
Em que outro lugar do mundo coisas como Créu, Dança do Quadrado, Piriguete e suas antecessoras, Dança da Motinha, Bonde do Tigrão, Um tapinha não dói, só para ficar no "tal do funk" (que do bom e velho funk não tem nada), teriam tanto destaque? E o pior... no horário nobre!!!
Sem contar o "sertanojo", ou como dizem alguns "música de corno" ou "música de zona", que há muito perdeu a mão e faz rolar no túmulo os grandes nomes da música de raiz (que, obviamente são esquecidos ou desconhecidos do grande público), com suas versões de grandes sucessos de outros estilos musicais.
Pagode e axé, então, vamos deixar de fora...
Mas, o que me mata mesmo é ver mulheres adultas de um certo nível cultural (se é que curso superior completo garante isso), rebolando, se esfregando e achando o máximo o cara que berra nos alto-falantes chamar as mulheres de cachorras.
É degradação demais!!! É pobreza demais!!! E depois querem respeito...
E os mais atentos podem até dizer: "e do rock, não vai falar não?" Vou sim, porque no rock, também, ultimamente tem me surgido umas belas porcarias. Mas isso é assunto para outro post...

Obs.: Se você quer ouvir ou gosta disso, problema seu! O que me irrita é o espaço que esse povo tem em rádio e TV, enquanto quem é bom de verdade...

Wednesday, May 07, 2008

Jail in, Jail out

Atualização na velocidade da luz, porque as coisas estão corridas demais esses dias, mas não dava para ficar sem registrar. Na verdade, a atualização de hoje é "Gossip" mesmo!!! Fofoca de celeb.

* Jail out: Já que registramos a entrada, temos que registrar a saída! Mr. Doherty saiu da cadeia. E as 14 semanas viraram 29 dias. Dizem que é culpa da "superlotação" carcerária inglesa. Eu não sei não... para mim, isso tem cara de protecionismo. O cara faz, acontece, entra na cadeia, sai da cadeia, não cumpre nenhuma das medidas a que é condenado, mas está sempre se saindo bem! Little Pete deve ter as costas quentes, ou os juízes ingleses são muito bonzinhos, viu?

* Jail in, out, in de novo, out de novo: Amy Winehouse, muito solidária com seu marido (ex-marido? futuro ex-marido?) e seu amigo Doherty. Primeiro foi para a cadeia por causa de uma agressão a dois homens num pub (a garota é boa, não? Bateu em dois homens na mesma noite... oooooooooooh looooooooouco), passou a noite no xilindró e foi solta. Agora foi presa de novo para "averiguação" por porte de drogas, por causa de um vídeo onde aparece consumindo uma substância não muito lícita, digamos assim... Mas já foi solta de novo.

Está dada a dica: se for para ser preso por porte/consumo de drogas ou coisa que valha, galera, que seja na Inglaterra, ok?

Thursday, May 01, 2008

Vale Tudo - Tim Maia


No pacote das "biografias", após ler Clapton, eu passei para Tim Maia. Esse sim mais por curiosidade do que por qualquer coisa. Sim, porque tirando aqueles "batidões" capazes de colocar qualquer um para "chacolhar" numa pista de dança, eu não gosto das músicas de Tim Maia. Muito mais porque não gosto mesmo é do estilo musical. Aquela coisa romântica, "mela cueca" (como ele mesmo definia), passa longe dos meus players. Mas, quem nunca dançou ou cantarolou "Do Leme ao Pontal", "Descobridor dos 7 Mares", nem que tenha sido de sacanagem, que atire a primeira pedra.
O cara tinha um puta vozerão e se quisesse podia ter muito mais sucesso. Mas estava sempre mais preocupado em criar polêmica, reclamar e se meter em encrenca. Não admira ter terminado praticamente zerado.
O engraçado é que meio que dá para traçar um paralelo entre ele e Clapton (por causa da época em que as coisas aconteceram), um no Hemisfério Norte, outro no Sul, um no "primeiro mundo" onde contrato era coisa muito séria e outro no "terceiro mundo", onde a esculhambação rolava solta, como um chegou ao fundo do poço e saiu e como o outro acabou morrendo...
Mas, na verdade, o que me levou mesmo a ler o livro foi Nelson Motta, o autor. Eu acho Nelson Motta um espetáculo, até porque ele tem muita história para contar, e o entusiasmo com o qual ele falava sobre o livro em qualquer entrevista que dava, realmente me despertou a vonta de ler. E cada Real que eu paguei pelo livro valeu a pena como registro da carreira (e das "carreiras") de uma das figuras mais polêmicas da música nacional.
Ainda tem umas duas biografias na lista, mas essas vão ter que esperar um pouquinho (porque todas elas são de "gente legal"... ou que gostava de ficar "legal")...

Sunday, April 20, 2008

Eric Clapton - A Autobiografia


Lançada no Brasil pela Editora Planeta, a Autobiografia "dO" guitarrista Eric Clapton vem dando o que falar. Não porque conte algum tipo de escândalo escabroso daquele tipo que as pessoas acreditam fazer parte da vida de qualquer "rock star". Na verdade, na minha opinião, o melhor da biografia é a sinceridade com que ele abordou as drogas, o álcool, os problemas familiares e a morte de seu filho.
Em nenhum momento, Eric pareceu ter o objetivo de intimidar qualquer um dizendo-se o melhor. Muito pelo contrário. Ele admite todas e cada uma de suas fraquezas e imperfeições. Admite inclusive que durante algum tempo o famoso "Clapton é Deus" subiu sim à sua cabeça.
Eu confesso que nunca fui fã de carteirinha. Gosto de algumas músicas dele, mas não tenho nenhm CD, por exemplo. Ainda assim reconheço o valor do cara para a música. Mesmo assim tive curiosidade imediata para ler o livro. E confesso que o que me levou a isso foi mesmo curiosidade mórbida. Eu queria ler a história de Conor (o garotinho que caiu 49 andares direto para a morte) e, talvez, muito mais porque "Tears in Heaven" (a música escrita em sua homenagem) fez parte da trilha sonora daquele que é um dos meus filmes preferidos (Rush, uma Viagem ao Inferno).
De qualquer maneira, esse é o tipo de leitura que vale a pena ainda que, como eu, você não seja grande fã do cara. No mínimo você vai ficar sabendo de alguma história interessante sobre personagens famosos do mundo da música e, até, do cinema (para mim, a passagem com Sean Connery é impagável.
Minhas únicas ressalvas ficam para dois pontos. O primeiro é que como guitarrista que é, ele muitas vezes descreve guitarras e técnicas como se estivesse falando para alguém que entende do assunto e para leigos como eu, fica um pouco complexo. O segundo fica por conta do final que eu achei meio "meloso" demais, quando ele começa a falar sobre a vida atualmente e como ela está "maravilhosa" e "cheia de amor".
Mas nem isso estraga o livro que, aliás, me fez ter vontade de conhecer mais de sua música. De repente, ele que já teve tantos vícios confessos (seja em drogas lícitas, ilícitas ou manias) tenha despertado mais um em mim. Quem garante que daqui a alguns meses eu não serei absolutamente viciada em Eric Clapton? Eu não garanto nada, até porque se me conheço bem, sei que sou imprevisível (e viciada em ingleses "musicais").

Friday, April 11, 2008

Drops

Hoje não tem post sobre nada muito complexo porque não tive tempo de preparar nada. Então, só alguns "drops"

* The Odd Couple - Gnarls Barkley
Saiu o novo CD da dupla que "abalou" o mundo com Crazy e, como eu tenho que dar opinião sobre tudo... Ainda não ouvi inteiro, mas gostei do que ouvi. E pelo que pude "apurar" aqui e ali, ainda que não haja uma nova "Crazy", o CD tem potencial e alguns que dizem ser este o álbum mais inspirado do ano, até agora. Eu, das que ouvi até agora, gostei muitíssimo de "Who's Gonna Save my Soul" e "Run".

* Duffy: Esse é o nome, ou melhor o sobrenome, da galesa que vem sendo considerada a Amy Winehouse "clean". Aliás, como as comparações entre as duas são constantes, ela preferiu ser chamada de Duffy, justamente para evitar confusões com sua colega "black" já que seu nome é Aimee Duffy e o estilo das duas é bem parecido No Brasil, seu primeiro CD "Rockeferry", chega só em maio. Mas, em tempos de internet isso não problema para niguém. É só dar uma chegadinha ao Youtube ou Myspace e conferir. Eu li em algum lugar, que ela canta a melhor música sobre fim de relacionamentos de todos os tempos (Warwick Avenue - que conta a história de um casal que se encontra pela última vez numa estação de trens e sabe que o fim está próximo...). Vale muito a pena conferir.

* E por falar em Amy Winehouse... ela está gravando a música tema do novo filme do James Bond, "Quantum of Solace", que estréia em outubro. Pensando bem, a voz dela combina com aquelas músicas do 007. Não sei onde e não sei porque, até porque não sou fã de James Bond, mas eu acho que combina...

* E Pete Doherty foi para a cadeia por descumprir as regras da condicional. Dizem que foi porque faltou a uma reunião e chegou atrasado a outra, mas em se tratando de PD, tudo pode ser possível, não? Era bom que tirasse os 3 meses e meio que deve ficar lá para pensar, mas pelas notícias que chegam todos os dias sobre as peripécias do "marido da Amy Winehouse" que está amargando xilindró desde novembro, isso vai ser meio difícil, não?

Friday, April 04, 2008

Nelson Rodrigues tinha razão


Já dizia Nelson Rodrigues que "toda unanimidade é burra" e eu concordo plenamente com ele. Aliás, na minha opinião essa frase é a única "unanimidade inteligente".

Começar um post assim é esquisito, mas há dias eu já vinha com vontade de falar sobre isso. Aí, passeando pelo mundo dos blogs, do de cara com esse título "As 10 piores 'Unanimidades' da Música Brasileira"
(http://www.interney.net/blogs/gravataimerengue/2008/04/02/as_10_piores_unanimidades_da_musica_bras/ ) - que eu não vou citar aqui porque não vou estragar o serviço de ninguém e se você quiser saber quais são, clica no link ali de cima e confira.

Eu, de minha parte, me sinto bem incomodada com algumas dessas unanimidades. Não que as pessoas em questão sejam ruins. Muito pelo contrário, acho até que alguns (como os Beatles) são muito bons. Não tiro mérito nem o crédito de ninguém, mesmo porque não sou especialista para julgar o serviço dos outros. Mas nunca entendi a obrigação de gostar de Legião Urbana, Beatles, U2 e Björk. Eu até gosto de algumas coisas de cada um deles (tirando a Björk porque dessa, até hoje, não consegui gostar de nada). Mas não acho que tudo seja maravilhoso.


Legião Urbana, por exemplo, se eu me esforçar bastante, consigo contar nos dedos umas 08 músicas que eu simpatize. Mas, simplesmente, não vejo e nunca vi Renato Russo como o cara que "salvou" o rock nacional, nem como o supra sumo da classe musical. Era um cara muito inteligente, culto e que fez coisas boas. Mas, daí a execrar qualquer um que se atreva a dizer um "eu odeio Legião Urbana" é demais. Nunca me senti tão feliz como quando uma colega de trabalho disse: "Credo, eu odeio Legião Urbana". Nesse ponto, tenho que dar vivas ao Orkut que permite que pessoas assim se encontrem porque eu já vi por lá uma comunidade de "odiadores de legião urbana" (da qual eu não faço parte, diga-se de passagem).


Beatles: Eu reconheço o valor dos caras. Reconheço também que eles eram muito bons e que o rock nunca mais foi mesmo depois deles. Mas ter obrigação de gostar de tudo o que eles fizeram, para mim é incompreensível. De Beatles é possível encontrar bastante coisas que eu goste (ainda que eu ache que eles têm algumas músicas bem chatinhas). O que me irrita é a cara das pessoas quando alguém tem a coragem de dizer "eu não gosto de Beatles", como se isso fosse um pecado capital. Ué?! Não gosta, não gosta! É um direito da pessoa e gosto não se discute!


U2: ok. Eu sei que os caras estão aí há milhões de anos. Mas eu, simplesmente, não gosto de tudo. E, sinceramente, acredito que tem umas músicas que até eles gostariam de esquecer que fizeram. Além disso, odeio gente falastrona e bicuda e essa "mania" do Bono de querer salvar o mundo me irrita. Não sei se é o "vício" de desconfiar das boas intenções das pessoas "pós-trabalho em ONG", mas tendo a acreditar bem pouco em "bondade" de celeb que quer salvar o mundo.


Björk: Essa não tem nem o que falar. Odeio mesmo. Acho chatíssima. Ainda bem que encontrei um primo que também não gosta (esse foi mais longe que eu e enfrentou um show, para ver se não estava de implicância com a pobre. Não adiantou nada. Acabou dormindo no meio do show.) Quando descobrimos que tínhamos mais isso em comum, foi um alívio pois ambos já achávamos que era "desvio de caráter". Bem, pode ser defeito de fábrica, né? Preciso fazer uma pesquisa na família para ver se alguém gosta, porque pode ser genética essa coisa de "não gostar da Björk".


Por último, mas não menos irritante, é: por que toda banda de cover, dessas que tocam em barzinhos, toca Mr. Jones, do Counting Crows e por que quase todo Dj de "boate comercial" também toca essa música no meio da noite? Por que as pessoas começam a cantar e a pular feito um bando de bobos? Eu sempre achei chatíssima, desde que foi lançada.


E só para esclarecer, antes que alguém me saia com um "você acha absurdo alguém não gostar de Smiths". Não, não! Eu acho um absurdo alguém não conhecer Smiths. Não gostar, lá é problema de cada um. Desde que não queira me provar que eu deveria parar de ouvir...