Thursday, January 29, 2009

John Coltrane - Love Supreme


Definitivamente, não gosto de Jazz. Logo não gostei do disco!
Só isso!!!

The Beach Boys - The Beach Boys Today!


Não tenho paciência para o tipo de Surf Music que os Beach Boys fazem. Por isso, particularmente, achei uma tortura ouvir o disco inteiro.
Para mim, surf music é instrumental, como fazem os Dead Rocks, de São Carlos. Um espetáculo de banda do interior de São Paulo que, inclusive, já fez shows pela Europa.
Fica aí a dica!

Crepúsculo - Stephenie Meyer


Leia o livro, assista o filme, ouça a trilha sonora.
Esse é um daqueles fenômenos literários que, ninguém entende direito o porquê, mas que invadem as livrarias e, posteriormente, os cinemas.
Me lembro de ter ouvido falar da tal "saga" sobre vampiros há algum tempo, principalmente porque os números levaram muita gente a compará-la com Harry Potter. Logo depois, a notícia de que seria adaptado para o cinema gerou ainda mais comparações. Sem contar que o ator escolhido para "dar vida" a Edward Cullen, o vampiro adolescente que não bebe sangue humano é Robert Pattinson (o Cedrico Diggory, de Harry Potter e o Cálice de Fogo).
Mas as comparações param por aí. Não existe nada de parecido nas duas histórias.
Fui ao cinema ver o filme antes de ler o livro, coisa que não gosto muito de fazer, mas como ele não era o primeiro da lista de livros do momento, provavelmente ele sairia de cartaz.
Gostei do filme, embora não ache que ele vá se tornar um grande clássico cinematográfico (mas eu sou da opinião que qualquer coisa que exiba Robert Pattinson e sua cara de cafajeste, circulando nas telas merece ser visto. É que eu adoro um cafajeste, ainda mais os britânicos). Mas, na minha opinião, o que levou o filme a ganhar de longe dos Potters foi: existiram mudanças em relação ao livro, mas nenhuma que comprometa seriamente a história (coisa que eu reclamo desde o primeiro filme do Potter). Pelo menos, não nesse primeiro. Vamos esperar pelos próximos.
Em relação ao livro, foi daqueles que me fizeram ficar acordada de madrugada porque não conseguia parar de ler. Então, já viu, né? Leitura fácil e divertida, envolvendo vampiros e lobisomens... Adorei!!!
Eu sei que é livro feito para adolescentes. Mas não me importo em ler alguns desses de vez em quando. Adoro!

Thursday, January 15, 2009

Otis Redding - Otis Blue: Otis Redding Sings Sou


O "1001 Discos" comenta a trágica morte de Otis, cujo avião caiu num lago nos Estados Unidos, lembrando que seu talento tornou o fato ainda mais triste, por assim dizer.
É preciso concordar. Posso dizer, sem sombra de dúvidas, que até agora foi um dos discos que mais gostei. Se não for o que mais gostei.
Todas as músicas têm uma interpretação fantástica, inclusive a clássica "Satisfaction", dos Rolling Stones.
É o tipo de música que eu gosto de ouvir e esse é um daqueles discos que, com certeza, vão rolar enquanto trabalho.

Wednesday, January 14, 2009

Bob Dylan - Bringing it all Back Home


Das duas uma: ou eu estava de muito bom humor quando ouvi esse disco, ou ele é melhor que o outro de Dylan que já coloquei aqui (pelo menos, melhor para meus ouvidos).
De qualquer maneira foi uma evolução pois ouvi sem reclamar e quando acabou ainda perguntei: "ué, mas já?" Então, isso foi um ponto positivo.

Wednesday, January 07, 2009

O Diário de Bridget Jones


O livro "O Diário de Bridget Jones", de Helen Fielding, deu origem ao sucesso cinematográfico "O Diário de Bridget Jones", estrelado por Renée Zellweger. É isso... e pára por aí.
Deu origem e nada mais. Porque eu já vi adaptações cinematográficas diferentes das obras literárias que deram origens a elas, mas essa é beeeeeeeeem diferente.
Estão aqui o gênio de Bridget e suas trapalhadas, Mark Darcy e Daniel Clever. Mas é só.
Na verdade gosto dos dois, tanto do livro quanto do filme. Mas acho que o filme tem algumas cenas hilárias que não estão no livro, então essa não é daquelas adaptações que ficam diferentes e que eu odeio.
Uma das coisas legais é que no livro são citados Hugh Grant e Colin Firth, atores que, respectivamente, acabaram por interpretar Daniel Clever e Mark Darcy nos cinemas.
Enfim, vale a pena ler o livro, para quem gosta do filme e vice-versa.

The Sonics - Here Are the Sonics


Diz o 1001 Discos para Ouvir antes de Morrer, meu guia nessa aventura, que eles nunca fizeram muito sucesso, mas influenciaram uma legião de bandas e contaminaram para sempre o rock n' roll.
Sinceramente, não consegui descobrir onde. Para mim soou simplesmente como mais uma banda, fazendo alguma coisa que alguém já tinha feito antes (e melhor).
Não vi nada demais.

Tuesday, January 06, 2009

Jerry Lee Lewis - live at the Star Club, Hamburg


Não gosto de Jerry Lee Lewis e não sei exatamente o porquê. Mas, é fato. Minha implicância com ele vem de longa data.
Dessa maneira, ouvir o disco foi meio torturante. Nem "Great Balls of Fire" me anima muito.

Saturday, January 03, 2009

Buck Owens and his Buckaroos - I've got a tiger by the tail


Logo que comecei a ouvir o disco lembrei daqueles road movies, quando alguém está atravessando os Estados Unidos (preferencialmente pela Route 66) e para num daqueles bares de beira de estrada.
De cara pensei em "Thelma e Louise".
É legalzinho, mas me pareceu um tanto quanto longo.
De qualquer maneira, valeu pela experiência.

Friday, January 02, 2009

The Rolling Stones - The Rolling Stones


Eu sempre acho que gosto mais do Rolling Stones que dos Beatles. Muito mais por uma questão de "postura" do que musicalmente falando. Mas, a verdade é que quando implico com uma banda, não consigo gostar muito das músicas.
Mas, a questão nem é essa.
Gostei do disco. Foi o primeiro do ano na lista dos 1001 discos e é daqueles que eu consigo ouvir mais de uma vez.

Thursday, December 18, 2008

Dusty Springfield - A Girl Called Dusty


A Girl Called Dusty não foi o disco que mais gostei da lista, mas também não faz parte da imensa lista dos que não gostei. Complexo, não?
Bem, o disco é legalzinho e, no setor, trilha sonora de filmes conhecidos, esse daqui conta com "Wishin' and Hopin'" que é a música de abertura de "O Casamento do Meu Melhor Amigo" (só que no filme a versão era de Ani DiFranco).
De qualquer maneira, foi um disco que valeu a pena ouvir.

Wednesday, December 03, 2008

Solomon Burke - Rock N' Soul



Tem um estilo meio "anos 50". Não é de todo uma maravilha mas é legalzinho. Agora, para quem foi adolescente na década de 80 ele tem uma música que é referência: "Cry to Me".
Quem não se lembra da cena de Patrick Swayze e Jennifer Grey dançando no alojamento, após a apresentação dos dois?
Só por essa música, para mim, já vale o disco!

Jacques Brel - Olympia 64


Não sei se foi o dia, ou se foi o disco mesmo.
Fato é que não gostei. Não consigo me adaptar a ouvir músicas em francês durante um longo tempo.

Well... esse é um dos que vai para a lista dos que não serão ouvidos novamente, com certeza.

Sunday, November 30, 2008

The Beatles - A Hard Day's Night


Quem era criança/adolescente, na década de 80, conhece esse disco por conta de "Can't Buy Me Love", música tema de "Namorada de Aluguel" (filme estrelado por Patrick Dempsey que, na época, era horrível e, hoje, é um dos homens mais sexy do mundo, segundo a lista da People - e eu acredito nisso piamente!!!).
Eu me lembro desse vinil fazer parte da coleção aqui de casa e de ouvir algumas das músicas milhões de vezes.
Enfim... "A Hard Day's Night" ainda é da fase dos Beatles que eu consego ouvir um disco inteiro deles.
Bem legal!

Thursday, November 20, 2008

Stan Getz and João Gilberto - Getz/Gilberto


Não gosto de bossa nova! Acho enjoadíssimo! Chatíssimo!
Mas o disco não é de todo ruim, na minha concepção, porque músicas como "The Girl From Ipanema" e "Corcovado".
Não esperem que eu fique em casa ouvindo bossa nova, porque não rola!!!

Tuesday, November 18, 2008

James Brown - Live at the Apollo


James Brown dispensa comentários. O disco é cheio de swing e pegada.
Bem dançante, com toda aquela malícia típica de James Brown.
Bem legal!

Thursday, November 13, 2008

Charles Mingus - The Black Saint and the Sinner Lady


Que fique aqui registrado uma coisa: essa é uma opinião pessoal!!!

Achei o disco chatíssimo! Ninguém merece uma música de 18:38 minutos!!!!

Tuesday, November 11, 2008

Nós provamos que Murphy estava errado


A coisa toda já dava mostras de que não ia andar bem uma semana antes do Festival um quando num telefonema combinamos de ficar num hotel. Minha intenção inicial era ir, assistir aos shows e voltar para Ribeirão na mesma noite. Mas, pedido de amiga não se recusa e decidimos pela hospedagem em algum lugar próximo de uma estação do metrô ou que não ficasse tão longe da tal Vila dos Galpões.
O problema é que parece que meio mundo estaria em São Paulo no mesmo final de semana e os hotéis com preços e quartos razoáveis localizados nas proximidades das estações do metrô estavam todos lotados. E agora? Optamos por um que era um pouco mais caro, mas resolveria nosso problema. Reserva feita, passagem comprada, finalmente chega o tão aguardado dia. E aí sim Murphy resolveu dar suas caras.
Saí de Ribeirão às 13h00, com destino a São Paulo e chegada prevista para as 17h05. Só esqueceram de avisar o motorista, que foi parando em todos os pontos da estrada para pegar outros motoristas, policiais e passageiros; e a torcida do São Paulo que, voltando de um jogo congestionou a Marginal do Tietê em pleno sábado. Assim, nosso horário que já era apertado ficou ainda pior. E também foi assim que, ligando para a Dri para avisar que estava chegando, descobri que o hotel simplesmente sumiu com nossa reserva e a gente estava, literalmente, na rua. Com tempo para raciocinar dentro do ônibus parado eu só conseguia pensar: “bem, na pior das hipóteses, nós deixamos nossas coisas num guarda-volumes na rodoviária e corremos para o show”.
Enfim, com isso tudo, além de eu atrasar para chegar na rodoviária a Dri também ia atrasar para me buscar e o intervalo até o horário do show, que era de 3h30, passou a ser de 2h30. Isso em Ribeirão Preto é uma vida, mas em SP...
Mas nós estávamos determinadas a chegar para assistir o show de Jesus and Mary Chain e era isso que faríamos. Na última hora, já na rodoviária, a Dri conseguiu o telefone de um hotel que ainda tinha vagas. Rumamos correndo para lá, entre metrô e táxis, com mochilas e muita, mas muita, ansiedade. Eu tinha certeza que ia dar tudo certo no final, mas minha companheira de aventura, coitada... estava desesperada. Ela ia basicamente para ver o show do Jesus.
No final, conseguimos um quarto e só passamos nele, mesmo, para deixar as mochilas. Descemos correndo, rumamos para a estação do metrô e, quando parecia que tudo estava correndo bem, descobrimos que a van que faz a baldeação entre duas estações de metrô que não são interligadas, simplesmente não funciona de final de semana. Era o fim... já era 19h50 mais ou menos e só tínhamos quarenta minutos. Definitivamente parecia que todas as Leis de Murphy estavam dispostas a nos mostrar quem é que mandava afinal. Mas, com a mesma determinação que eu havia dito em Londres que “não tinha ido até ali para ser derrotada por um sapato”, eu não estava disposta a ser derrotada por imprevistos. Ainda que eu não fizesse questão de assistir ao show de Jesus and Mary Chain. Corre, pede informação, pega táxi. Vai dar tudo certo agora, ok? Não. Porque apesar de todas as lendas afirmarem que motoristas de táxi em São Paulo conhecem bem a cidade, acho que pegamos justamente um que não sabia nem onde ficava o nariz. Não conhecia a Vila dos Galpões, não sabia ir a Santo Amaro e, pior, não sabia chegar na estação de trem mais próxima. O tempo corria... o trânsito parava. Para completar, ele pára o carro no meio da Marginal e diz: “Vou deixar vocês por aqui porque não sei onde é a entrada da estação. Vocês vão ter que perguntar.”
Tudo bem! Qualquer coisa é melhor que um taxista perdido. Assim, correndo da direita para a esquerda no meio da Marginal, perguntando onde era a entrada da estação, parecíamos duas baratas tontas. Até que uma outra garota vinha na direção oposta e resolvemos perguntar para ela. A resposta: “Eu também não sei. Parecer ser ali, mas está tudo fechado. E o pior é que estou atrasada para ir ao show do Jesus and Mary Chain.”
Ohhhhhhhhhhhhh God!!! Finalmente alguma coisa parecia dar certo. Mas a essa altura já eram umas 20h10. O que fazer então? Da-lhe táxi. Por sorte, dessa vez, um que sabia aonde ir. Sorte, porque nós três, que não nos conhecíamos arrumamos assuntos incríveis. De Tim Festival a Planeta Terra, de The Killers a Amy Winehouse, shows, cambistas, músicas, tudo foi assunto. Mas, a verdade, acho que falar sem parar era o antídoto para a ansiedade que tomava conta das três. E se não der tempo?
Mas deu! Chegamos quando Jesus tocava a primeira música.
Assistimos a todos os shows que queríamos. E, no final, fomos para casa de alma lavada com a certeza de termos provado a Murphy que ele estava errado. Afinal, nem tudo que pode dar errado vai dar errado da pior maneira possível. No nosso caso, tudo que podia dar errado acabou dando certo da melhor maneira possível.

Planeta Terra


Fui conferir o Planeta Terra, no último dia 08 de novembro. E apesar de ter gostado bastante, ainda tenho ressalvas. Não que eu seja uma pessoa absurdamente experiente em festivais de rock, mas apesar de toda a organização, eu ainda achei que algumas coisas poderiam melhorar. Claro que, se comparado ao Tim Festival do ano passado que todo mundo meteu o pau, o Terra foi um exemplo. Os shows começaram e terminaram na hora, os caixas e bares espalhados por todo o local não permitiam que as filas quilométricas se formassem ou o empurra-empurra tomasse conta de quem queria tomar cerveja. Na praça de alimentação, até exisitam filas, mas isso é coisa que se explica, porque lanches, pizzas e etc são mais demorados para ficar prontos.
Mas, minha grande pergunta é: por que não usar o esquema do Claro que é Rock nos palcos? Dois palcos, um de frente para o outro, quando acaba o show em um começa o do outro, nunca acontecem dois shows ao mesmo tempo e você consegue ver todos? Tudo bem que o local onde o Terra foi feito não permitia isso (aparentemente), mas eu acho que seria mais eficiente. O público não precisaria ficar andando para lá e para cá atrás dos shows, sair no final de um para assistir o outro. Mas, como eu disse, não sou uma pessoa experiente em festivais. Só estou dando minha opinião.
Sobre os shows que assisti (Jesus and Mary Chain, Breeders e Kaiser Chiefs), nada a reclamar. Exceto, talvez, pela burocracia de Jesus (entraram, fizeram o show e foram embora, sem muitas palavras). Mas, Breeders e Kaiser Chiefs superaram isso tudo. Principalmente os últimos, já que o vocalista Ricky Wilson deu um show a parte pulando na galera, falando português (tão bem quanto um britânico de "primeira viagem" pode falar, se é que vocês me entendem), dançando, publando, enfim, colocando fogo na galera. E palmas para o tecladista Peanut que, dois dias antes, precisou ser internado em SP para retirar o apêndice e ainda assim estava lá, presente, participando do show.
Enfim, no final das contas foi um belo festival e, tenho certeza que todos saíram de lá satisfeitos com o que viram.
Ah e uma última observação. Passando pelo bar, vi um pedaço do show do Offspring e saí com a seguinte conclusão: se eles não fizeram playback, são a melhor banda do mundo. Porque o show é igualzinho a música que toca nas rádios: voz, acordes, música... tudinho.

Wednesday, November 05, 2008

Sam Cooke - Live at the Harlem Square Club


Comecei achando chato, mas depois de ouvir durante um tempo, comecei a gostar.
No final, já estava chacoalhando a cabeça e batendo o pé enquanto trabalhava.
Gostei!