Monday, September 22, 2008

Little Richard - Here's Little Richard


Agooooooooora sim!
Esse é bem legal! Ainda tem cara de filmes da "Sessão da Tarde", mas é que esses filmes são clichê ao extremo quando são ambientados na década de 50.
Mas Little Richard é rock... e, sendo assim, eu gosto.
Dá para ouvir várias vezes. Talvez não seguidas, mas que dá para ouvir, isso dá.

Wednesday, September 17, 2008

Machito - Kenya


Fácil de ouvir. Do tipo de música que não incomoda. Mas também não dá para ouvir duas vezes seguidas porque aí já começa a me irritar.
Para mim, tem cara daquelas músicas que ficam tocando antes do início de eventos, festivais e premiações.
Acho que por isso me cansa se ouvir durante muito tempo. Porque me lembra esperas intermináveis...
Mas eu achei mais legal que Palo Congo, por exemplo. Bem mais legal.

Tuesday, September 16, 2008

Miles Davis - Birth of the Cool


Esse nome é tudo.
"Birth of the Cool". E Miles Davis é bem cool.
Mas entre se cool e eu ouvir muuuuuuuuuuito existe uma distância bem grande.
Vai ficar guardado porque com certeza terá seus momentos no player. Mas não a toda hora e, principalmente, não a qualquer hora.

Sabu - Palo Congo



Pode ser muito interessante. E até imagino um contexto daqueles de filmes, com uma festa, num lugar muito quente, a mulherada com aquelas roupas decotadas e todo mundo suando às bicas... em Cuba ou algum lugar parecido.
Nesses casos e regado a muito álcool pode ser. Mas, em casa, no MP3 player... não rola!

(Não gosto de nada, meu Deus!!!)

Thelonious Monk - Brilliant Corners


Voltando aos 1001 Discos...

Tenho certeza que esse disco tem a trilha sonora perfeita para algum momento na vida de alguém. Mas, não na minha. Pelo menos não ainda. Afinal, não se pode saber o que vai acontecer daqui para frente...
Além de não ser meu estilo de música preferido, embora me desperte sensações que eu naõ sei descrever, contra ele pesa o fato de que eu "odeio" músicas muito longas. Principalmente se o caso for ouvir prestando atenção (quando estou em algum lugar e a música é apenas incidental, não me preocupo). Mas, para ouvir enquanto trabalho... não rola.

Enfim... mais um que não vai para o repeat.

Friday, August 29, 2008

Londres...


Que uma imagem vale mais que mil palavras, isso todo mundo já sabe. Mas acho que nem imagens e nem palavras são capazes de descrever Londres. Porque, para mim, isso é simplesmente impossível. Faltam cheiros, faltam cores, faltam americanos, muçulmanos, espanhóis, hindus, indianos, franceses, espanhóis, portugueses, brasileiros e gente do resto do mundo convivendo numa babel onde o idioma que menos se ouve é o inglês. Faltam “Almirante Nelson” (o cara sem um olho e um braço que bateu Napoleão) e nossa imaginação criativa que o transformou numa aberração com direito a ilustração e tudo, e o “Duque de Wellington” – O cara – (que derrotou definitivamente Napoleão) e cujo fantasma assombra o Grenadier (um pub) apenas em setembro. Falta Guiness “batizada”, Carling, New Castle, George Inn (a cerveja do The George, o pub favorito de Amy Winehouse), London Pride e outras tantas cervejas. Faltam palácios, torres, pontes, gaivotas no centro da cidade, esquilos no parque, guardas da rainha, Charing Cross e King Cross. Faltam “ladies and gentlemen”, “Please mind the gap between the train and the platform”, “Miiiiiiiiiiind the Gap”, “mantenham seus pertences sempre junto a você”, metrô parado, turistas assustados e aborígines tranqüilos. Falta estação do metrô que toca música clássica, estação com músicos de rua, ventania no túnel, cabelo desarrumado, frio, chuva de cinco minutos, café da manhã inglês. Falta ouvir corvos grasnando enquanto se espera o trem, trazendo de volta à lembrança todos aqueles filmes que você assistiu e nos quais aquele som prenunciava algo aterrorizante ou indicava um local abandonado. Falta a multidão em Portobello Road, a confusão de Camden Market, e os cachorros que se “auto-passeiam”. Faltam “Dri, troca sua passagem”, “Dri, você tem que ficar mais”, “o Cara”. Faltam ônibus de dois andares, “morrer de árvore e ter sorte de estar no ônibus”, Greenwich, pub às 11h da manhã, pub ao meio dia, ouvir Amy cantando Rehab quando você entra para tomar sua primeira cerveja antes do almoço. Falta a “melhor comida da Inglaterra”, a “melhor lingüiça de Londres”, a “melhor cerveja do Reino Unido”, cardápios engraçados e Honest Sausage.
Falta “London school of Samba”, fugir do carnaval e cair no meio do desfile.
Enfim, falta tanta coisa que meu único conselho para qualquer um que me perguntar “e aí, como é Londres?” é: Do yourself a favor. Save some money and go there!!!!

Monday, August 04, 2008

Count Basie - The Atomic Mr. Basie


Segundo o livro "1001 Discos para Ouvir antes de Morrer", esse foi o último disco genial de Basie. Pode ser. Não discuto o mérito ou a qualidade do material e sim o meu gosto para música.
Serviu para confirmar algo que eu já sabia: não gosto de Jazz. Para mim, tem cara de música "de espera". Daquelas que ficam tocando em algum lugar enquanto a gente espera para alguma coisa começar...

Friday, August 01, 2008

The "Chirping" Crickets - The Crickets


Cd com cara de Sessão da Tarde. Isso porque as musiquinhas dançantes lembram aqueles filmes tipo "A Primeira Transa de Johnatan" ou coisas do gênero. Algumas até me lembraram "Dirty Dancing".
É um dos que eu gostei, embora não seja o tipo de música que eu vá ouvir repetidamente.

Aliás... acabei de ler o livro (1001 Discos para Ouvir antes de Morrer), mas, ouvir os Cds... vixi! Isso ainda vai tempo.

Wednesday, July 30, 2008

Songs for Swingin' Lovers - Frank Sinatra


Ok, Frank Sinatra era A Voz! Mas, para mim, é ótimo para ouvir naqueles bailes dos anos 50, onde as mocinhas glamurosas, em seus vestidos rodados, esperavam para dançar com os rapazinhos do pedaço.
Teve momentos em que eu pensei até: ok, dessa vez não dá vontade de me afogar num mar de whiskey. Mas depois mudei de idéia.
Definitivamente, não sirvo para ouvir Frank Sinatra. Vai ver não sou tão requintada assim, musicalmente. Fazer o que, não?

Wednesday, July 23, 2008

Ellington at Newport - Duke Ellington


Voltando aos 1001 Discos...

Vamos lá! O propósito aqui não é criticar ou elogiar as qualidades do Disco "enquanto obra prima". Para isso já foi lançado um livro, escrito por críticos gabaritados e experientes na coisa. O meu propósito é falar o que eu achei do material.

É o tipo da música que não me incomoda. Ou seja, que eu posso ficar ouvindo enquanto faço outra coisa pois é certeza que ela não vai me irritar. Mas, não é o tipo de música que eu, espontaneamente colocaria para ouvir naqueles momentos: "hmmmm... hoje estou no pique para ouvir isso!"

É legal, mas não entra nos meus repeats do MP3 player, definitivamente.

Tem quem goste, tem quem ame e tem quem não goste nada... eu não gosto nem desgosto. Só não é a minha praia...

Então, sigamos em frente...

Monday, July 07, 2008

1001 coisas


Não não... não desisti dos 1001 discos!
A próxima postagem vem com vários... é que ouvi e não escrevi, agora vou ter que ouvir de novo...
Mas vamos às 1001 coisas de hoje (ou nem tantas assim, obviamente)

* Pete Doherty: Fazia tempo que ele não aparecia por aqui. Não por falta de notícias, mas porque eu andava meio "embirrada" com ele. Sim, qdo eu me irrito com alguém deixo de falar dela. Até de ouvir músicas dela. E aquela história dele com a Amy Winehouse estava me irritando deveras. Aff. Quem merece esses dois juntos? Ninguém!!! Mas enfim, passou! E as novas são: 1) o moçoilo resolveu abrir sua casa para a revista Hello-Life. Ou seja, não satisfeito em ficar se mostrando no Youtube ele resolveu "mostrar sua intimidade" numa revista. Afinal, vai que alguém não tem internet, né? E o garoto anda precisando fazer dinheiro. Afinal, drogas custam caro. E advogados também. 2) Dizem por aí que ele vai transformar sua intimidade com Kate Moss em livro e o responsável será Sean Boru, um ex-viciado de quem Pete ficou amigo na prisão (sóóóóó boa gente!!!). 3) Pete fez sua milionésima música em homenagem à Kate Moss. O nome da tal é Bohemian Love e nela ele conta como sente falta da amada! (ah vá, né?). Dá para ouvir aqui no Youtube. 4) Pete pagou 5 mil Libras por um quadro de Kate Moss. Fala sério?!?!?!!?!? Alguém manda interna o moço numa clínica psiquiátrica pq isso já é obsessão!!! A fila anda, queridão! Não deu pra ver não? (apesar que do jeito que Kate Moss é outra idiota, não duvido que ainda vejamos a manchete de que eles estão juntos novamente). Aliás... por falar em manchetes, será que ele não anda se metendo em encrencas, será que ninguém viu nada, será que ninguém contou nada, ou será que fui eu que perdi as últimas? (acho essa a mais provável)...

** Harry Potting ou Harry Renton? Daniel Radcliffe é um espetáculo... basta ficar sem seus assessores por perto e dá com a língua nos dentes, fazendo as declarações mais esdrúxulas. Quem não se lembra da história da Australiana? hahahaha Agora foi a vez do garoto dizer que o próximo Harry Potter terá seus momentos Trainspotting Teen, com referências a sexo e drogas. Ok ok... Referências a sexo, entendo pq afinal é nesse livro (O Enigma do Príncipe) que Rony Weasley dá uns bons amassos em Lilá Brown e Harry começa a namorar Gina Weasley. Agora... drogas? A não ser que poções da sorte, poções do amor sejam referências às drogas, das duas uma: ou eu preciso reler o livro ou preciso rever meus conceitos sobre drogas (também pode ser que o diretor tenha surtado?!?!?!). Porque, na boa, não me lembro de referências às drogas no livro...

*** Kate Perry: Tudo bem que está meio atrasadinho, mas... Eu ouvi o disco de Kate Perry e gostei de algumas coisas e outras achei tão parecidinhas umas com as outras que se a gente ouvir muitas vezes enjôa. Mas, "I kissed a girl" tem uma batida muuuito legalzinha e, "Ur so gay" me ganha porque tem uma letra que diz o que eu gostaria de dizer pra muita gente! hehehe Quando ela diz "you're so gay and don't even like boys", ela diz tuuuuuuuuuuuuuuuudo... mas o resto da letra inteira é uma pérola... Ah, e foi escrita para um ex-namorado, então ela já vai ganhar um lugar no Malvadas logo logo. Aliás, a capa do CD dela me lembrou Pushing Daisies...

E por hoje é só. Já já volto com os discos! hehehe

Sunday, June 22, 2008

Vila Dionísio



E então ontem resolvemos conhecer o Vila Dionísio, o Pub de Ribeirão Preto.

O lugar é lindo. Imenso. Os caixas tem nomes de cidades da Inglaterra (Liverpool, Manchester, London, Newcasttle - e uma outra que não consigo lembrar qual). As referências à Inglaterra estão em todos os lugares. Na cabine telefônica, nas cervejas, enfim... Os pôsteres de filmes como Easy Rider, Blues Brothers, Transpoiting e de bandas, além dos quadros com imagens de cervejas e outras coisas mais são um show a parte. A acústica é boa e você ouve o que as bandas tocam, o que para Ribeirão é uma raridade. Em alguns lugares as paredes são cuidadosamente descascadas, lembrando um prédio velho. Um charme. Sem contar nos muuuuuuuuuuitos tipos de cerveja de várias partes do mundo.

Mas tinha que ter um problema, não? O público. Nem de longe lembra o de um pub inglês. As barbie girls e seus pretês tomam conta. Ontem, segundo uma estimativa minha - obviamente -, das muitas pessoas que estavam lá nem 10% devia fazer a menor idéia do que a banda estava tocando. Era um tributo a Eric Clapton e 90% do povo devia conhecer só as mais famosas: Tears in Heaven (que eu nem sei se tocaram porque fui embora antes do fim), Layla (que mais da metade só reconheceu pelo refrão porque a versão que eles tocaram não era a acústica), Change the World (porque era tema de filme, mas também não sei se tocaram), Cocaine (pelos motivos óbvios, mas que raros deviam ser aqueles que sabiam que a música nem é do Clapton). Aposto também que a maioria sequer sabia que Wonderful Tonight (que eles tocaram qdo a corda do baixo quebrou e a banda fez um acústico pra não ficar parada), pode ser linda, mas foi escrita por um Clapton irritadíssimo enquanto esperava Patty Boyd terminar de se arrumar para uma festa.

Para mim, a grande tristeza disso, é que quando abrir um lugar novo e mais hypado na cidade, o bando de pseudo celebs e embalinhos, vai embora pra lá e o público que faria valer a pena um pub na cidade não vai ser capaz de mantê-lo funcionando porque não é tão numeroso assim...

Mas agora é o seguinte, eu fiquei com a impressão que durante semana, quando deve estar mais vazio, deve ser muuuuuuuuuuuuuuito legal e que, como ele abre às 17h durante a semana e às 15h aos domingos, deve ser um espaço interessantíssimo para se tomar uma cerveja ou comer alguma coisa legal (pasmém! as comidas não são caras) com amigos, numa alternativa para aquelas horas de tédio que tomam conta de qualquer um quando o final do finds vai se aproximando.

(essa imagem é do site do Vila Dionísio)

Cervejas do Mundo


Estamos vivendo o momendo "Experimentando cervejas do Mundo", que também pode ser nomeado "Treinamento para beber em Londres".
Ontem tomamos Dos Equis (Mexicana) e Devassa.

* Devassa: Cerveja nacional em quatro versões - Loira, Ruiva, Negra e Índia. Nós (eu e Ligia) tomamos a Ruiva porque definitivamente a gente gosta mais de cervejas encorpadas. Já tomei duas vezes a Devassa Ruiva, do tipo Pale Ale e que, segundo o site da cervejaria, mistura 6 maltes especiais com lúpulos europeus. O teor alcóolico é de 4,8% e eu, particularmente, acho bem gostosa.
Gosto de cervejas que permitem que você sinta o sabor delas, não apenas o gosto amargo.
Para fazer a experiência é só tomar uma nacional comum e uma dessas depois. A diferença é gritante.

Ainda não experimentei as outras versões, mas estão na lista, com certeza.

* Dos Equis - Não gosto muito das cervejas do tipo Larger, definitivamente. O teor alcóolico dessa daqui é de 4,5%. Segundo o site do fabricante, ela lembra mais uma pilsen do que a tradicional larger. De qualquer maneira achei o gosto bem fraco, o que me leva a crer que gosto mais das cervejas européias (essa é mexicana), que tendem a ser mais fortes e encorpadas.

Mas, se é para experimentar, vamos continuar a "cruzada da cerveja". Já tomei algumas outras que vou colocando aqui aos poucos.

Cheers ;)

The Wildest! - Louis Prima


Esse é o álbum que tinha ficado de fora da lista, por "problemas técnicos". Agora está aqui. Finalmente ouvi.
Me passa a mesma sensação do anterior, mas não sei se eu ouviria ele todo mais que duas vezes. Mas algumas músicas com certeza.
Não tem nada de deprê é absolutamente dancente e colocaria fogo na pista de uma festa "Anos 50". Tem a cara daqueles filmes da "Sessão da Tarde", daqueles em que a moçada se acabava dançando escondido dos pais, esse tipo de música e dança eram absolutamente indecentes...
Mais um dos que eu gostei.

Saturday, June 14, 2008

This is Fats - Fats Domino


Dando seqüência aos 1001 discos, agora é a vez de This is Fats, de Fats Domino. Quem tem o livro sabe que ele deveria ser o próximo. Mas, por uma questão técnica ainda não consegui ouvir aquele que deveria estar nesse lugar.
Sobre This is Fats, o que eu tenho a dizer é que finalmente encontrei um dos 1001 Discos que com certeza vou ouvir mais de uma vez.
E no momento "como me sinto quando ouço", esse me fez sentir num daqueles episódios de "Cold Case", que se passam nos anos 50. Tem todo aquele jeitinho dançante que a gente, que nasceu beeeeeeeem depois daquele tempo, acha que todos os bailes e todas as músicas tinham.
Gostei tanto que já vou ouvir de novo! ;)

Saturday, June 07, 2008

Tragic Songs of Life / Elvis Presley


* Tragic Songs of Life (The Louvin Brothers): Se Frank Sinatra dá vontade de se enfiar num daqueles bares da Nova Iorque dos anos 50, Tragic Songs of Life, do "The Louvin Brothers" pede um boteco daqueles de beira de estrada americana, onde as pessoas trajadas com camisa xadrez, calça jeans, botas e chapéu de cowboy dançam fazendo aqueles passos combinados e tomam litros de cerveja. Até gostei das músicas mas, particularmente, não é daquelas coisas que eu pensaria em ouvir no meio de uma tarde de quarta-feira, por exemplo, quando tudo o que você precisa é de um estímulo para chegar ao fim de mais um dia de trabalho.

* Elvis Presley (Elvis Presley): Para mim, Elvis sempre foi sinônimo de batidões e música para dançar. Suas músicas românticas sempre foram "lentas" demais para alguém que não gosta muito desse tipo de música, como eu. Claro que conta com pérolas como Blue Sued Shoes e nesse ponto a conversa muda de figura. Ouvi, ouvi e ouvi mais uma vez e continuo com a mesma impressão de antes: Elvis é para dançar. E achei esse disco arrastado demais. Ah, uma curiosidade tirada diretamente do 1001 Discos: você nunca viu esse CD mas acha que conhece a capa? Fácil, The Clash fez uma "homenagem" no seu "London Calling".

Enfim, dos 3 discos indicados que ouvi até agora, nenhum deles vai entrar para minha coleção de preferidos. :/

Monday, June 02, 2008

In the Wee Small Hours - Frank Sinatra


Resolvi que vou fazer meus próprios comentários para os "discos" do livro 1001 Discos para ouvir antes de Morrer. Só preciso ser disciplinada para levar até o fim e, mais, não demorar 1001 dias (ou mais) para escrever.
Até agora, só consegui ouvir o primeiro. Esse do Frank Sinatra - In the Wee Small Hours, lançado em 1955.
Frank Sinatra é Frank Sinatra e sua voz é incontestável. Ouvi-lo me dá aquela vontade de estar de nos anos 50 e freqüentar os bares da Nova Iorque daquele tempo. Mas, minha impressão é que o disco todo é deprimente demais. Ou talvez seja minha impressão de Frank Sinatra, não sei. Ainda existem outros na lista.
A verdade é que esse disco pode ser muito bom, mas não é para mim. Se eu ouvir muito tempo, tenho vontade de me matar. Então... Já cumpri minha missão: ouvi antes de morrer. Mas não posso ouvir mais ou morro antes de ouvir os outros.
Fazer o que? That's me!
Vamos ver os próximos...

Friday, May 23, 2008

The Ting Tings


Eu acho o site do MSN meio ruinzinho para informações sobre entretenimento. Isso porque a mesma notícia fica lá, disponível, durante diiiiiiiiiiias a fio. Praticamente mofando, coitada. Mas de vez em quando a gente consegue aproveitar alguma coisa. Foi assim com um link do Skol Beats, onde li sobre a banda The Ting Tings.
A dupla de Islington Mil, Salford, Inglaterra, é formada por Jules Martino e Katie White e, com sua música que mistura eletrônico e rock, desbancou nomes como Madonna, das paradas inglesas.
O primeiro álbum, We Started Nothing, acaba de ser lançado na Inglaterra (19 de Maio) mas o som da dupla já está disponível na Internet (claro, né?).
"We started Nothing" foi lançado pela Columbia Records. Eu,ainda não consegui escolher minhas preferidas, mas, particularmente, acho que algumas como "That's not my name" (o single que estourou nas paradas) tem cara de Hey Ho(para quem não é de Ribeirão Preto, Hey Ho é uma festa muito legal que rola na cidade e coloca todo mundo para dançar... mas isso é assunto para outro post...). Mas como eu não conhecia a banda antes, não sei se já havia ouvido alguma coisa deles em festas da cidade (agora ouvindo Great DJ, fico com a impressão de já tê-la ouvido em algum lugar)
Para quem quiser conhecer mais sobre The Ting Tings, vale uma visitinha ao Myspace da dupla ou ao Site Oficial
De qualquer maneira, para quem gosta de novidades, fica a dica.

We Started Nothing - The Ting Tings (Columbia Records)

1 Great DJ
2 That’s Not My Name
3 Fruit Machine
4 Traffic Light
5 Shut Up and Let Me Go
6 Keep Your Head
7 Be The One
8 We Walk
9 Impacilla Carpisung
10 We Started Nothing

Friday, May 16, 2008

Muito além de Draco Malfoy


Quem não é fã de Harry Potter talvez nunca tenha ouvido falar de Tom Felton. Na série adaptada do livro infanto-juvenil mais famoso dos últimos tempos, Tom é Draco Malfoy, o desafeto nº 1 de Harry Potter dentre os alunos de Howgwarts.
Mas, enquanto o mundo tem os olhos e a atenção voltada para o intérprete do personagem principal, Daniel Radcliffe, e se esquece dos outros atores da série, é Tom que surge fazendo algo legal. Nos filmes, seu personagem é muito negligenciado, diante do destaque que tem nos livros.
Parece que Tom não se importa muito com isso. Ele já chegou a declarar que não pretende (ou pretendia) seguir a carreira de ator, pós-Harry Potter, e que seu negócio era mesmo a pesca.
No entanto, Felton, que é fã de Eminen - e de Rap de uma forma geral, tem um outro dom (ou hobby). Ele canta. Sim... ele canta, desde os 7 anos e dizem que é bom nisso.
Por que ele merece o post? Porque parece que finalmente ele resolveu mostrar para o mundo seu outro talento e, quem quiser conferir, só precisa acessar o Youtube (Time well spent medley) Ah sim... e não é Rap!
Eu confesso que achei bem interessante. Mas eu sou suspeita para falar porque sou fã de Draco (hehehehehe). Aliás, no vídeo ele ainda estava com visual Malfoy, o que nos leva a crer que isso foi gravado antes do final das filmagens de Harry Potter e o Enígma do Príncipe, já que Tom costuma dar um fim nas madeixas loiras (descoloridas, aliás) quando termina suas participações no filme.
Para quem quiser conferir algo mais na carreira de ator de Tom, ele trabalhou em outros filmes além de Harry Potter, como Second Sight (que eu já assisti mas não lembro o nome em português), onde ele já fazia um papel de mau, e Anna e o Rei.

Abaixo a porcaria audiovisual...


Pode parecer estranho e no mínimo incoerente um jornalista dizer isso, mas existem horas em que sou a favor de um pouco de censura. É bem verdade que só em algumas áreas... mas sou. E pode me xingar, falar mal, o que quiser... Mas tem coisas que não dá para aceitar.
Alguém já parou para prestar atenção nas porcarias que tocam na maioria das rádios brasileiras e, invariavelmente, nos famosos programas de auditório da TV?
E depois reclamam da imagem que os brasileiros têm no exterior. Brasileiras são barradas nos aeroportos mundo a fora sob suspeita de serem prostitutas, mas a culpa é de quem? Não de outro se não dos próprios brasileiros. É só olhar a imagem que a própria TV nacional vende do povo. É um tal de mulher mostrando a bunda na TV, com micro saias, micro shorts... sem contar nos tops minúsculos que exaltam as últimas incursões ao cirurgião plástico e os muitos ML de silicone. Isso sem contar que em qualquer vídeo sobre o Brasil não falta o carnaval. E no Carnaval tem o que? Pouca, aliás, muito pouca roupa. Outra coisa que não falta são as imagens de praia, com garotas de fio dental. Depois, não sabem porque o turismo sexual no Brasil é tão famoso.
Parece moralismo, e pode ser que seja, não nego. Mas eu acho que grande arte do desrespeito das mulheres é culpa das próprias. E o resultado é que quem acaba pagando são aquelas que não têm nada a ver com a história.
E o que tem isso a ver com censura? Tudo! Um país que não preza pela sua cultura, pela educação e, principalmente, por aquilo que chega até o povo, principalmente, crianças e adolescentes que ainda estão em fase de desenvolvimento do caráter, não pode ser respeitado.
Em que outro lugar do mundo coisas como Créu, Dança do Quadrado, Piriguete e suas antecessoras, Dança da Motinha, Bonde do Tigrão, Um tapinha não dói, só para ficar no "tal do funk" (que do bom e velho funk não tem nada), teriam tanto destaque? E o pior... no horário nobre!!!
Sem contar o "sertanojo", ou como dizem alguns "música de corno" ou "música de zona", que há muito perdeu a mão e faz rolar no túmulo os grandes nomes da música de raiz (que, obviamente são esquecidos ou desconhecidos do grande público), com suas versões de grandes sucessos de outros estilos musicais.
Pagode e axé, então, vamos deixar de fora...
Mas, o que me mata mesmo é ver mulheres adultas de um certo nível cultural (se é que curso superior completo garante isso), rebolando, se esfregando e achando o máximo o cara que berra nos alto-falantes chamar as mulheres de cachorras.
É degradação demais!!! É pobreza demais!!! E depois querem respeito...
E os mais atentos podem até dizer: "e do rock, não vai falar não?" Vou sim, porque no rock, também, ultimamente tem me surgido umas belas porcarias. Mas isso é assunto para outro post...

Obs.: Se você quer ouvir ou gosta disso, problema seu! O que me irrita é o espaço que esse povo tem em rádio e TV, enquanto quem é bom de verdade...