Thursday, February 05, 2009

B.B. King - Live at the Regal


Eu gosto de blues. O problema é que sempre me dá vontade de me acabar em alguma substância ilícita... Não me lembro quando isso começou, mas acho que foi por volta dos 18 anos, quando assisti "Rush, uma viagem ao inferno".
Mas isso não vem ao caso. O ponto é: The King... precisa dizer mais alguma coisa? Óbvio que o disco é muuuuuuuuuito bom!

Thursday, January 29, 2009

John Coltrane - Love Supreme


Definitivamente, não gosto de Jazz. Logo não gostei do disco!
Só isso!!!

The Beach Boys - The Beach Boys Today!


Não tenho paciência para o tipo de Surf Music que os Beach Boys fazem. Por isso, particularmente, achei uma tortura ouvir o disco inteiro.
Para mim, surf music é instrumental, como fazem os Dead Rocks, de São Carlos. Um espetáculo de banda do interior de São Paulo que, inclusive, já fez shows pela Europa.
Fica aí a dica!

Crepúsculo - Stephenie Meyer


Leia o livro, assista o filme, ouça a trilha sonora.
Esse é um daqueles fenômenos literários que, ninguém entende direito o porquê, mas que invadem as livrarias e, posteriormente, os cinemas.
Me lembro de ter ouvido falar da tal "saga" sobre vampiros há algum tempo, principalmente porque os números levaram muita gente a compará-la com Harry Potter. Logo depois, a notícia de que seria adaptado para o cinema gerou ainda mais comparações. Sem contar que o ator escolhido para "dar vida" a Edward Cullen, o vampiro adolescente que não bebe sangue humano é Robert Pattinson (o Cedrico Diggory, de Harry Potter e o Cálice de Fogo).
Mas as comparações param por aí. Não existe nada de parecido nas duas histórias.
Fui ao cinema ver o filme antes de ler o livro, coisa que não gosto muito de fazer, mas como ele não era o primeiro da lista de livros do momento, provavelmente ele sairia de cartaz.
Gostei do filme, embora não ache que ele vá se tornar um grande clássico cinematográfico (mas eu sou da opinião que qualquer coisa que exiba Robert Pattinson e sua cara de cafajeste, circulando nas telas merece ser visto. É que eu adoro um cafajeste, ainda mais os britânicos). Mas, na minha opinião, o que levou o filme a ganhar de longe dos Potters foi: existiram mudanças em relação ao livro, mas nenhuma que comprometa seriamente a história (coisa que eu reclamo desde o primeiro filme do Potter). Pelo menos, não nesse primeiro. Vamos esperar pelos próximos.
Em relação ao livro, foi daqueles que me fizeram ficar acordada de madrugada porque não conseguia parar de ler. Então, já viu, né? Leitura fácil e divertida, envolvendo vampiros e lobisomens... Adorei!!!
Eu sei que é livro feito para adolescentes. Mas não me importo em ler alguns desses de vez em quando. Adoro!

Thursday, January 15, 2009

Otis Redding - Otis Blue: Otis Redding Sings Sou


O "1001 Discos" comenta a trágica morte de Otis, cujo avião caiu num lago nos Estados Unidos, lembrando que seu talento tornou o fato ainda mais triste, por assim dizer.
É preciso concordar. Posso dizer, sem sombra de dúvidas, que até agora foi um dos discos que mais gostei. Se não for o que mais gostei.
Todas as músicas têm uma interpretação fantástica, inclusive a clássica "Satisfaction", dos Rolling Stones.
É o tipo de música que eu gosto de ouvir e esse é um daqueles discos que, com certeza, vão rolar enquanto trabalho.

Wednesday, January 14, 2009

Bob Dylan - Bringing it all Back Home


Das duas uma: ou eu estava de muito bom humor quando ouvi esse disco, ou ele é melhor que o outro de Dylan que já coloquei aqui (pelo menos, melhor para meus ouvidos).
De qualquer maneira foi uma evolução pois ouvi sem reclamar e quando acabou ainda perguntei: "ué, mas já?" Então, isso foi um ponto positivo.

Wednesday, January 07, 2009

O Diário de Bridget Jones


O livro "O Diário de Bridget Jones", de Helen Fielding, deu origem ao sucesso cinematográfico "O Diário de Bridget Jones", estrelado por Renée Zellweger. É isso... e pára por aí.
Deu origem e nada mais. Porque eu já vi adaptações cinematográficas diferentes das obras literárias que deram origens a elas, mas essa é beeeeeeeeem diferente.
Estão aqui o gênio de Bridget e suas trapalhadas, Mark Darcy e Daniel Clever. Mas é só.
Na verdade gosto dos dois, tanto do livro quanto do filme. Mas acho que o filme tem algumas cenas hilárias que não estão no livro, então essa não é daquelas adaptações que ficam diferentes e que eu odeio.
Uma das coisas legais é que no livro são citados Hugh Grant e Colin Firth, atores que, respectivamente, acabaram por interpretar Daniel Clever e Mark Darcy nos cinemas.
Enfim, vale a pena ler o livro, para quem gosta do filme e vice-versa.

The Sonics - Here Are the Sonics


Diz o 1001 Discos para Ouvir antes de Morrer, meu guia nessa aventura, que eles nunca fizeram muito sucesso, mas influenciaram uma legião de bandas e contaminaram para sempre o rock n' roll.
Sinceramente, não consegui descobrir onde. Para mim soou simplesmente como mais uma banda, fazendo alguma coisa que alguém já tinha feito antes (e melhor).
Não vi nada demais.

Tuesday, January 06, 2009

Jerry Lee Lewis - live at the Star Club, Hamburg


Não gosto de Jerry Lee Lewis e não sei exatamente o porquê. Mas, é fato. Minha implicância com ele vem de longa data.
Dessa maneira, ouvir o disco foi meio torturante. Nem "Great Balls of Fire" me anima muito.

Saturday, January 03, 2009

Buck Owens and his Buckaroos - I've got a tiger by the tail


Logo que comecei a ouvir o disco lembrei daqueles road movies, quando alguém está atravessando os Estados Unidos (preferencialmente pela Route 66) e para num daqueles bares de beira de estrada.
De cara pensei em "Thelma e Louise".
É legalzinho, mas me pareceu um tanto quanto longo.
De qualquer maneira, valeu pela experiência.

Friday, January 02, 2009

The Rolling Stones - The Rolling Stones


Eu sempre acho que gosto mais do Rolling Stones que dos Beatles. Muito mais por uma questão de "postura" do que musicalmente falando. Mas, a verdade é que quando implico com uma banda, não consigo gostar muito das músicas.
Mas, a questão nem é essa.
Gostei do disco. Foi o primeiro do ano na lista dos 1001 discos e é daqueles que eu consigo ouvir mais de uma vez.

Thursday, December 18, 2008

Dusty Springfield - A Girl Called Dusty


A Girl Called Dusty não foi o disco que mais gostei da lista, mas também não faz parte da imensa lista dos que não gostei. Complexo, não?
Bem, o disco é legalzinho e, no setor, trilha sonora de filmes conhecidos, esse daqui conta com "Wishin' and Hopin'" que é a música de abertura de "O Casamento do Meu Melhor Amigo" (só que no filme a versão era de Ani DiFranco).
De qualquer maneira, foi um disco que valeu a pena ouvir.

Wednesday, December 03, 2008

Solomon Burke - Rock N' Soul



Tem um estilo meio "anos 50". Não é de todo uma maravilha mas é legalzinho. Agora, para quem foi adolescente na década de 80 ele tem uma música que é referência: "Cry to Me".
Quem não se lembra da cena de Patrick Swayze e Jennifer Grey dançando no alojamento, após a apresentação dos dois?
Só por essa música, para mim, já vale o disco!

Jacques Brel - Olympia 64


Não sei se foi o dia, ou se foi o disco mesmo.
Fato é que não gostei. Não consigo me adaptar a ouvir músicas em francês durante um longo tempo.

Well... esse é um dos que vai para a lista dos que não serão ouvidos novamente, com certeza.

Sunday, November 30, 2008

The Beatles - A Hard Day's Night


Quem era criança/adolescente, na década de 80, conhece esse disco por conta de "Can't Buy Me Love", música tema de "Namorada de Aluguel" (filme estrelado por Patrick Dempsey que, na época, era horrível e, hoje, é um dos homens mais sexy do mundo, segundo a lista da People - e eu acredito nisso piamente!!!).
Eu me lembro desse vinil fazer parte da coleção aqui de casa e de ouvir algumas das músicas milhões de vezes.
Enfim... "A Hard Day's Night" ainda é da fase dos Beatles que eu consego ouvir um disco inteiro deles.
Bem legal!

Thursday, November 20, 2008

Stan Getz and João Gilberto - Getz/Gilberto


Não gosto de bossa nova! Acho enjoadíssimo! Chatíssimo!
Mas o disco não é de todo ruim, na minha concepção, porque músicas como "The Girl From Ipanema" e "Corcovado".
Não esperem que eu fique em casa ouvindo bossa nova, porque não rola!!!

Tuesday, November 18, 2008

James Brown - Live at the Apollo


James Brown dispensa comentários. O disco é cheio de swing e pegada.
Bem dançante, com toda aquela malícia típica de James Brown.
Bem legal!

Thursday, November 13, 2008

Charles Mingus - The Black Saint and the Sinner Lady


Que fique aqui registrado uma coisa: essa é uma opinião pessoal!!!

Achei o disco chatíssimo! Ninguém merece uma música de 18:38 minutos!!!!

Tuesday, November 11, 2008

Nós provamos que Murphy estava errado


A coisa toda já dava mostras de que não ia andar bem uma semana antes do Festival um quando num telefonema combinamos de ficar num hotel. Minha intenção inicial era ir, assistir aos shows e voltar para Ribeirão na mesma noite. Mas, pedido de amiga não se recusa e decidimos pela hospedagem em algum lugar próximo de uma estação do metrô ou que não ficasse tão longe da tal Vila dos Galpões.
O problema é que parece que meio mundo estaria em São Paulo no mesmo final de semana e os hotéis com preços e quartos razoáveis localizados nas proximidades das estações do metrô estavam todos lotados. E agora? Optamos por um que era um pouco mais caro, mas resolveria nosso problema. Reserva feita, passagem comprada, finalmente chega o tão aguardado dia. E aí sim Murphy resolveu dar suas caras.
Saí de Ribeirão às 13h00, com destino a São Paulo e chegada prevista para as 17h05. Só esqueceram de avisar o motorista, que foi parando em todos os pontos da estrada para pegar outros motoristas, policiais e passageiros; e a torcida do São Paulo que, voltando de um jogo congestionou a Marginal do Tietê em pleno sábado. Assim, nosso horário que já era apertado ficou ainda pior. E também foi assim que, ligando para a Dri para avisar que estava chegando, descobri que o hotel simplesmente sumiu com nossa reserva e a gente estava, literalmente, na rua. Com tempo para raciocinar dentro do ônibus parado eu só conseguia pensar: “bem, na pior das hipóteses, nós deixamos nossas coisas num guarda-volumes na rodoviária e corremos para o show”.
Enfim, com isso tudo, além de eu atrasar para chegar na rodoviária a Dri também ia atrasar para me buscar e o intervalo até o horário do show, que era de 3h30, passou a ser de 2h30. Isso em Ribeirão Preto é uma vida, mas em SP...
Mas nós estávamos determinadas a chegar para assistir o show de Jesus and Mary Chain e era isso que faríamos. Na última hora, já na rodoviária, a Dri conseguiu o telefone de um hotel que ainda tinha vagas. Rumamos correndo para lá, entre metrô e táxis, com mochilas e muita, mas muita, ansiedade. Eu tinha certeza que ia dar tudo certo no final, mas minha companheira de aventura, coitada... estava desesperada. Ela ia basicamente para ver o show do Jesus.
No final, conseguimos um quarto e só passamos nele, mesmo, para deixar as mochilas. Descemos correndo, rumamos para a estação do metrô e, quando parecia que tudo estava correndo bem, descobrimos que a van que faz a baldeação entre duas estações de metrô que não são interligadas, simplesmente não funciona de final de semana. Era o fim... já era 19h50 mais ou menos e só tínhamos quarenta minutos. Definitivamente parecia que todas as Leis de Murphy estavam dispostas a nos mostrar quem é que mandava afinal. Mas, com a mesma determinação que eu havia dito em Londres que “não tinha ido até ali para ser derrotada por um sapato”, eu não estava disposta a ser derrotada por imprevistos. Ainda que eu não fizesse questão de assistir ao show de Jesus and Mary Chain. Corre, pede informação, pega táxi. Vai dar tudo certo agora, ok? Não. Porque apesar de todas as lendas afirmarem que motoristas de táxi em São Paulo conhecem bem a cidade, acho que pegamos justamente um que não sabia nem onde ficava o nariz. Não conhecia a Vila dos Galpões, não sabia ir a Santo Amaro e, pior, não sabia chegar na estação de trem mais próxima. O tempo corria... o trânsito parava. Para completar, ele pára o carro no meio da Marginal e diz: “Vou deixar vocês por aqui porque não sei onde é a entrada da estação. Vocês vão ter que perguntar.”
Tudo bem! Qualquer coisa é melhor que um taxista perdido. Assim, correndo da direita para a esquerda no meio da Marginal, perguntando onde era a entrada da estação, parecíamos duas baratas tontas. Até que uma outra garota vinha na direção oposta e resolvemos perguntar para ela. A resposta: “Eu também não sei. Parecer ser ali, mas está tudo fechado. E o pior é que estou atrasada para ir ao show do Jesus and Mary Chain.”
Ohhhhhhhhhhhhh God!!! Finalmente alguma coisa parecia dar certo. Mas a essa altura já eram umas 20h10. O que fazer então? Da-lhe táxi. Por sorte, dessa vez, um que sabia aonde ir. Sorte, porque nós três, que não nos conhecíamos arrumamos assuntos incríveis. De Tim Festival a Planeta Terra, de The Killers a Amy Winehouse, shows, cambistas, músicas, tudo foi assunto. Mas, a verdade, acho que falar sem parar era o antídoto para a ansiedade que tomava conta das três. E se não der tempo?
Mas deu! Chegamos quando Jesus tocava a primeira música.
Assistimos a todos os shows que queríamos. E, no final, fomos para casa de alma lavada com a certeza de termos provado a Murphy que ele estava errado. Afinal, nem tudo que pode dar errado vai dar errado da pior maneira possível. No nosso caso, tudo que podia dar errado acabou dando certo da melhor maneira possível.

Planeta Terra


Fui conferir o Planeta Terra, no último dia 08 de novembro. E apesar de ter gostado bastante, ainda tenho ressalvas. Não que eu seja uma pessoa absurdamente experiente em festivais de rock, mas apesar de toda a organização, eu ainda achei que algumas coisas poderiam melhorar. Claro que, se comparado ao Tim Festival do ano passado que todo mundo meteu o pau, o Terra foi um exemplo. Os shows começaram e terminaram na hora, os caixas e bares espalhados por todo o local não permitiam que as filas quilométricas se formassem ou o empurra-empurra tomasse conta de quem queria tomar cerveja. Na praça de alimentação, até exisitam filas, mas isso é coisa que se explica, porque lanches, pizzas e etc são mais demorados para ficar prontos.
Mas, minha grande pergunta é: por que não usar o esquema do Claro que é Rock nos palcos? Dois palcos, um de frente para o outro, quando acaba o show em um começa o do outro, nunca acontecem dois shows ao mesmo tempo e você consegue ver todos? Tudo bem que o local onde o Terra foi feito não permitia isso (aparentemente), mas eu acho que seria mais eficiente. O público não precisaria ficar andando para lá e para cá atrás dos shows, sair no final de um para assistir o outro. Mas, como eu disse, não sou uma pessoa experiente em festivais. Só estou dando minha opinião.
Sobre os shows que assisti (Jesus and Mary Chain, Breeders e Kaiser Chiefs), nada a reclamar. Exceto, talvez, pela burocracia de Jesus (entraram, fizeram o show e foram embora, sem muitas palavras). Mas, Breeders e Kaiser Chiefs superaram isso tudo. Principalmente os últimos, já que o vocalista Ricky Wilson deu um show a parte pulando na galera, falando português (tão bem quanto um britânico de "primeira viagem" pode falar, se é que vocês me entendem), dançando, publando, enfim, colocando fogo na galera. E palmas para o tecladista Peanut que, dois dias antes, precisou ser internado em SP para retirar o apêndice e ainda assim estava lá, presente, participando do show.
Enfim, no final das contas foi um belo festival e, tenho certeza que todos saíram de lá satisfeitos com o que viram.
Ah e uma última observação. Passando pelo bar, vi um pedaço do show do Offspring e saí com a seguinte conclusão: se eles não fizeram playback, são a melhor banda do mundo. Porque o show é igualzinho a música que toca nas rádios: voz, acordes, música... tudinho.

Wednesday, November 05, 2008

Sam Cooke - Live at the Harlem Square Club


Comecei achando chato, mas depois de ouvir durante um tempo, comecei a gostar.
No final, já estava chacoalhando a cabeça e batendo o pé enquanto trabalhava.
Gostei!

Phil Spector - A Christmas Gift for You


Não sou uma das 10 maiores fãs de músicas natalinas, no mundo. Mas acho que isso só se aplica àquelas versões que os brasileiros insistem em tocar: instrumental, com aquele som irritante da harpa, e só as músicas tradicinais... Aff.
Mas esse disco de Phil Spector não é assim, obviamente. É recheado daquelas músicas que tocam em qualquer filme americano que se passe na época do Natal, e que faz todo mundo morrer de vontade de brincar na neve. Mesmo que não goste de frio, como eu... hehehehe
Bem legal. Gostei!

Tuesday, November 04, 2008

Bob Dylan - The Freewheelin' Bob Dylan


Não gosto de Folk.
Fiquei com a sensação de que estava ouvindo o mesmo bla bla bla durante umas duas horas e ainda não tinham passado nem 60 minutos.
Irritante, pelo menos para mim.
Resultado: não gostei.

The Beatles - With the Beatles


Primeiro álbum a vender um milhão de cópias na Grã-Bretanha e segundo dos Fab-Four.
Gosto desse disco, particularmente, porque ele ainda é do tempo que os "garotos de Liverpool" faziam rock desperetensioso, dançante e divertido.
As músicas são rápidas e para alguém que, como eu, odeia aquelas músicas imensas, isso o torna simplesmente perfeito.
Enfim... Beatles são Beatles e tem quem jure que tudo o que eles fizeram é ótimo. Tem até quem jure que é blasfêmia falar mal deles.
Eu não gosto de tudo.
Mas desse sim...

Thursday, October 30, 2008

Ray Price - Night Life


Não conseguir formar uma opinião ouvindo só uma vez. De qualquer maneira está incluso na categoria: consegui ouvir sem me irritar. O que é muito bom.
Vamos colocar no item: disco para ouvir e se divertir. Apesar de que as letras são bem tristes.
Não gostei, nem desgostei.
Até dá para ouvir de novo, mas não sei se farei isso!

Wednesday, October 29, 2008

Stan Getz & Charlie Byrd - Jazz Samba


Sou conhecida por não gostar de Jazz mas, talvez pela familiaridade com algumas das músicas desse disco, até que não o achei insuportável.
Passou desapercebido enquanto rodava no Windows Media Player, o que significa que não me incomodou.
Lembrou trilha sonora de festa de ricaços, à beira da piscina, em novela do Manoel Carlos.

Monday, October 27, 2008

Brooker T. and The M.G.s - Green Onions


Em 1962 as músicas desse CD podiam soar muito "cool", conforme disse o 1001 Discos.
Mas eu não gostei nada. Nem sei classificar o que é. Aliás, para mim, parecia que estava escutando sempre a mesma coisa...
Enfim... não fez muita diferença.

Wednesday, October 22, 2008

Ray Charles - Modern Sounds in Country and Western Music


Triste até falar chega. Mas, ao mesmo tempo, lindo também.
Perfeito para aqueles dias nublados, frios, quando tudo o que se quer é ficar enfiado em casa, curtindo uma boa música.

Bill Evans - Sunday at the Village Vanguard


Bastou elogiar um disco de jazz para, logo depois um outro me entediar...
O cara podia ser um gênio e ele até tem uma cara bem simpática.
Mas, definitivamente, não gostei do cd. Nem eu e nem o Windows media player, que executou uma operação ilegal bem no meio...
Coisas da vida...

Tuesday, October 21, 2008

Muddy Waters - Muddy Waters at Newport


Esse disco é considerado um marco por ter sido o responsável por moldar o gosto de Jimmy Page e Eric Clapton pelo som urbano dos Estados Unidos. E quem leu a biografia de Clapton consegue ter a exata dimensão dessa importância, pela maneira como ele a descreve.
Blues é sempre blues. A mim, lembra bares escuros, homens de chapéu e óculos escuros, guitarras e álcool, muito álcool.
Fora isso, esse é um disco bem legal! Do tipo que eu teria comprado se vivesse na época do lançamento.

Jimmy Smith - Back at the Chicken Shack


Eu acho um nome estranho para um disco de jazz, maaaaaaaas...
Comecei o disco achando que jazz dos anos 60 era melhor que o dos anos 50, pelo menos para meus ouvidos. Mas conforme as músicas foram passando e se tornando maiores, começou a me irritar.
O que nos leva a concluir que não gosto de músicas muito longas.
No geral é legalzinho.

Monday, October 20, 2008

The Everly Brothers - A Date with the Everly Brothers


Para mim, The Everly Brothers nunca foram mais que a dupla da qual fazia parte Erin Everly, ex-esposa de Axl Rose. Ah, sim... e os carinhas que cantavam "Crying in the Rain" na versão que tocava na propaganda do Laka, milhares de anos atrás.
Ouvi e continuei na mesma.
Não gosto muito do tipo de rock que eles faziam... Acho bem "chocho".
Enfim... não incomoda, mas também não faz diferença.
O famoso "não faz fá nem fu".

Miriam Makeba - Miriam Makeba


Uma grata surpresa! Assim eu definiria esse trabalho de Miriam Makeba. Depois de passar por todos aquelas músicas latinas e etc da década de 50, eu não estava esperando muito do disco da sul-africana Miriam Makeba.
Preconceito a parte, eu achava que ia lidar com algum tipo de música chato e repetitivo que me irritaria na segunda música.
Doce engano. O CD é bem legal e as músicas são bem bonitas. Não acho que é o tipo de música que eu colocaria para tocar no rádio do carro enquanto dirijo na estrada, por exemplo. Mas não me incomodaria de ouvi-lo enquanto estou em casa de pernas para o ar.
Enfim: gostei!

Sunday, October 19, 2008

Elvis Presley - Elvis is Back


Bem, Elvis é Elvis e se não for um arraso, no mínimo dá vontade de dançar.
Gostei do disco. Ele tem toda aquela ginga maliciosa característica de Elvis e fundinho de blues...
Enfim! Como eu já disse: Elvis é Elvis!
Aprovadíssimo!

Thursday, October 16, 2008

Joan Baez - Joan Baez


Finalmente chegamos à década de 60, mas esse começo não me animou em nada. Joan Baez pode ter suas qualidades e seus fãs mas eu, que não gosto de quase nada, quase morri de tédio ouvindo esse disco.
Quero só ver o que virá pela frente...

Wednesday, October 15, 2008

The Dave Brubeck Quartet - Time Out


Paaaaaaaaaaaaaaaaaaaaalmas para ele pq ele merece!!! De verdade! Gostei de algumas músicas... de verdade mesmo.
Vai ver porque é o último da década de 50. Devo ter me sentido inspirada.
Mas é fato: gostei.
Não me incomodou, o que é uma coisa incrível.
Nem acredito que consegui gostar de pelo menos um CD de Jazz!!!
Até me entusiasmei!

Sunday, October 12, 2008

Marty Robbins - Gunfighter Ballads and Trail Songs


As músicas ficaram tocando um tempão e não me incomodaram e esse é o critério que eu uso para saber se odeio alguma coisa, se gosto ou se não faz diferença.
Esse entrou no quesito "não faz diferença", já que eu não gosto de country.
Definitivamente não é um disco que eu devo ouvir outra vez. Mas... vai saber, né?

Thursday, October 09, 2008

Miles Davis - Kind of Blue


É lindo! Quanto a isso não tenho nenhuma dúvida.
O problema é que mais uma vez não é o tipo de música que me agrada ficar ouvindo. Acho que não gosto de jazz...
Apesar de, novamente, é preciso deixar claro: esse disco é lindo!!!!

Wednesday, October 08, 2008

Ray Charles - The Genius of Ray Charles


Ray Charles era o cara! A voz dele, incrível.
O disco é lindo. Mas... the same problem...
Música lenta, lenta, lenta... que me mata de ouvir muito tempo.
Mesma categoria dos outros dois: perfeita a dois ou em dias de crise.

Ella Fitzgerald - Ella Fitzgerald Sings the George and Ira Gershwin Songbook


É bonito, mas com o passar das músicas começou a me irritar!!!
Não sei o que foi, mas começou a me parecer insuportável de ouvir até o fim. Não sei se é o ritmo das músicas ou se é porque elas me pareceram bem parecidas umas com as outras.
De novo: acompanhada e em ocasiões especiais, deve funcionar.

Sara Vaughan - Sarah Vaughan at Mister Kelly's


Achei o disco bem bonito, embora não seja o tipo de música que eu escute no dia-a-dia. Ainda assim, em "certas ocasiões" é uma boa pedida.
Mesmo assim, me deixou meio "para baixo" na hora de ouvir.
Acredito eu que ouvir acompanhada deve ser bem melhor.
Ah, sim. Adorei a capa.

Thursday, October 02, 2008

Gay Potter?


Well... apenas sendo maldosa na essência.
Primeiro veio o beijo gay em plena cerimônia de uma premiação na Inglaterra, depois o bafafá em torno de suas "saidinhas" com a duplinha formada por Kevin Spacey e Sthephen Fry (esse último, gay até o último fio de cabelo), a seguir, a historinha de que faria um "James Bond" gay e gostaria de ter "Rupert Grint" (coitado, isso que dá ser fiel escudeiro do mago mais famoso dos últimos anos... hehehehe) como "leading lady", mais um comentário sobre querer fazer um papel gay, depois querer ser uma drag queen para usar muita maquiagem no olho, agora troca de cartas com conteúdo "amoroso e sexual" com o ator (isso mesmo ator)que faz o papel de um dos cavalos da "Equus"...
Dan... do yourself a favor, honey: SAIA DO ARMÁRIO AGORAAAAAAAAAAAAAA!!!

Vc vai ser muito mais feliz e o mundo vai parar de especular.
Se bem, que eu acho que isso só vai acontecer após o último filme do Harry Potter, pq a Warner Bros deve estar segurando o rapaz até o último instante, para não dar mais polêmica.

Apenas vendendo o peixe que eu comprei... e sendo maldosa... só um pouquinho.
;)

Jack Elliot - Jack Takes the Floor


Hmmmmmmmm...
Bem... não consegui formar uma opinião a respeito desse disco.
Não me causou repulsa, mas ainda não sei se posso dizer que gostei de fato.
Mas é "legalzinho". Me lembrou alguma coisa que eu ainda não sei o que é (e por alguma coisa, leia-se banda).

Billie Holiday - Lady in Satin


Lindo!
Lindo de verdade!
Só não dá para ouvir seguidas vezes porque quem tem tendência a suicídio, certeza que sobe no prédio mais alto da cidade e se joga.
Mas quem disse que tristeza não pode ser linda?
Eu gostei. E muito!

Wednesday, October 01, 2008

Tito Puente - Dance Mania, Vol 1


Ouvi só de teimosia! E porque me prometi ouvir os 1001 Discos.
Só para constatar, mais uma vez, que não gosto desse tipo de música.
Me pergunto quantos mais virão pela frente até chegar ao último...
E ainda nem começou o Rap...

Monday, September 22, 2008

Little Richard - Here's Little Richard


Agooooooooora sim!
Esse é bem legal! Ainda tem cara de filmes da "Sessão da Tarde", mas é que esses filmes são clichê ao extremo quando são ambientados na década de 50.
Mas Little Richard é rock... e, sendo assim, eu gosto.
Dá para ouvir várias vezes. Talvez não seguidas, mas que dá para ouvir, isso dá.

Wednesday, September 17, 2008

Machito - Kenya


Fácil de ouvir. Do tipo de música que não incomoda. Mas também não dá para ouvir duas vezes seguidas porque aí já começa a me irritar.
Para mim, tem cara daquelas músicas que ficam tocando antes do início de eventos, festivais e premiações.
Acho que por isso me cansa se ouvir durante muito tempo. Porque me lembra esperas intermináveis...
Mas eu achei mais legal que Palo Congo, por exemplo. Bem mais legal.

Tuesday, September 16, 2008

Miles Davis - Birth of the Cool


Esse nome é tudo.
"Birth of the Cool". E Miles Davis é bem cool.
Mas entre se cool e eu ouvir muuuuuuuuuuito existe uma distância bem grande.
Vai ficar guardado porque com certeza terá seus momentos no player. Mas não a toda hora e, principalmente, não a qualquer hora.

Sabu - Palo Congo



Pode ser muito interessante. E até imagino um contexto daqueles de filmes, com uma festa, num lugar muito quente, a mulherada com aquelas roupas decotadas e todo mundo suando às bicas... em Cuba ou algum lugar parecido.
Nesses casos e regado a muito álcool pode ser. Mas, em casa, no MP3 player... não rola!

(Não gosto de nada, meu Deus!!!)

Thelonious Monk - Brilliant Corners


Voltando aos 1001 Discos...

Tenho certeza que esse disco tem a trilha sonora perfeita para algum momento na vida de alguém. Mas, não na minha. Pelo menos não ainda. Afinal, não se pode saber o que vai acontecer daqui para frente...
Além de não ser meu estilo de música preferido, embora me desperte sensações que eu naõ sei descrever, contra ele pesa o fato de que eu "odeio" músicas muito longas. Principalmente se o caso for ouvir prestando atenção (quando estou em algum lugar e a música é apenas incidental, não me preocupo). Mas, para ouvir enquanto trabalho... não rola.

Enfim... mais um que não vai para o repeat.