Wednesday, August 08, 2012

Carole King - Tapestry

Eu simplesmente não me canso de ouvir esse disco! A-DO-RO, ADOOOOOOOOOOOORO!!! A voz dela é linda, as músicas são do tipo que eu ouço milhões de vezes e, ainda por cima, descobri que o tema de uma das séries que eu mais gosto (Gilmore Girls) está nele. Eu sempre digo que alguns discos vão pro player, mas na verdade nunca coloco nada lá! hehehehe Dessa vez foi diferente! "Where you Lead", realmente acabou na lista de músicas que eu ouço no celular!!!

Tuesday, July 31, 2012

Instrumentos da Noite - Thomas H. Cook

Saindo do mundo dos discos e indo para o mundo da leitura. Acabei de ler esse livro, Instrumentos da Noite, de Thomas H. Cook e gostei muito. Não só eu, os críticos também devem ter gostado, afinal ele ganhou o prêmio "Edgar Allan Poe", de 1996. O livro não é novo, como se pode ver, mas eu nunca tinha ouvido falar dele. Encontrei, por um acaso, quando garimpava um stand de livros na "Feira do Livro" de Ribeirão Preto, a procura de ofertas. Além da sinopse, me chamou atenção justamente a menção ao referido prêmio. "Instrumentos da Noite" é cativante e muito fácil de ler. A linguagem é dinâmica e não tem nada daquela história de se usar páginas e mais páginas na descrição de algo que no final não fará diferença nenhuma na história. A Sinopse do livro é essa: "1946. Em Riverwood, a propriedade da família Davies nas cercanias de Nova York, a jovem Faye Harrison, amiga de Allison Davies- filha do dono da casa- é enforcada numa caverna e Jake Mosley é apontado como assassino. Todos acreditam nisto, menos a mãe de Faye. Cerca de 50 anos depois, Allison contrata o autor de romances policiais, Paul Graves, para escrever uma nova versão do assassinato, satisfazendo o desejo da Sra.Harrison. Ajudado pela dramaturga Eleanor, ele entrevista habitantes da mansão, revê todos os passos do inquérito policial, levanta várias suspeitas e, enquanto tenta esclarecer a morte de Faye, é levado a visitar seu próprio passado e o nebuloso assassinato de sua irmã, ocorrido quando Graves tinha doze anos." Ah... e o melhor? Descobrir que em alguns sites ele é vendido por R$34,90 e eu comprei por R$10,00!!!

The Who - Who's Next

Ouvir esse disco serviu para duas coisas: 1) Descobrir que eu gosto mais de The Who do que eu imaginava; 2) Descobrir que minha ignorância musical é tamanha que eu jurava que "Behind Blue Eyes" era do Limp Bizkit (melhor assim... eu não gostava da versão do Limp e gostei da original!!! :)) Enfim... foi um bom disco para se ouvir, porque gostei dele e pelas descobertas!

Thursday, July 26, 2012

The Bee Gees - Trafalgar

Para quem, como eu, cresceu ouvindo só as músicas dançantes do Bee Gees, esse disco é um tanto enjoado... arrastado. Mas, também, vale lembrar que eu nem gosto taaaaaaaaaaaaaaaaaaaaanto assim de Bee Gees... Então, that's it!

Yes - The Yes Album

Não sou fã de Yes. Gosto de uma coisa ou outra e nem é tanto assim. Inclusive, no momento, nem consigo lembrar de alguma música que eu goste. Sendo assim, já era de se esperar que eu não ia gostar do disco, né? Nem é que não gostei... ele simplesmente não fez diferença... não é o tipo de música que eu gosto de ouvir...

Monday, June 04, 2012

Marvin Gaye - What's Going On

Quando eu era bem mais nova, essa música "What's Going On" estava na lista das minhas mais "odiadas". Mas, depois a gente cresce e acaba mudando (graças a Deus!!!) e descobre que Marvin Gaye cantava a versão original da música e que ele era um dos caras com a voz mais sexy da música. Que voz era aquela? Enfim... depois disso, ficou bem dificil não gostar de alguma coisa que envolvesse Mr. Gaye e, assim, esse disco não foi diferente. Eu, simplesmente, amei!!!

Monday, May 21, 2012

Sly and the Family Stone - There's a Riot Goin' On

Ouvi o disco um milhão de vezes e sempre deixava pra lá na hora de escrever sobre ele. Eu não gostei. Não sei porque, não consegui identificar o que me desagrada. Simplesmente assim... não é o tipo de música com a qual me identifico.

Tuesday, May 01, 2012

David Crosby - If I Only Could Remember My Name

Eu tentei. Ouvi, ouvi mais uma vez, dei um tempo e ouvi de novo. Mas, não teve jeito. Esse disco não é pra mim. Não é que eu não tenha gostado. Ele simplesmente não se encaixa no tipo de coisa que eu escolho para ouvir. Enfim... não me atrai.

Friday, February 10, 2012

Jethro Tull - Aqualung


Eu tenho que confessar que minha expectativa em relação a esse disco era realmente assustadora. Não sei porque mas, de antemão eu já achava que não ia gostar da coisa.
Enfim. Me enganei. Não que eu tenha morrido de amores. Mas também não foi como eu imaginava. No final das contas o resultado foi positivo.
Obviamente não é o tipo de coisa que eu escolho para ouvir toda hora. Mas é bom.

Friday, February 03, 2012

Syd Barrett - The Madcap Laughs


Acho que ouvi esse disco umas 5 vezes antes de escrever sobre ele. Isso porque geralmente ouço enquanto trabalho e quando acabava já estava na hora de sair correndo e não dava para escrever. Aí, eu preferia ouvir de novo e acontecia novamente.
Até que hoje deu tempo!!! \o/
Da primeira vez que eu ouvi, odiei. Da segunda já consegui identificar algumas coisas que eu gostava. E assim por diante. Hoje, tenho certeza que algumas músicas definitivamente não fazem parte do repertório que eu escolheria para ouvir no dia a dia, como "If it's in you". Mas de resto eu gostei bastante do disco.
Na verdade, essa história só serviu para confirmar uma coisa: eu dificilmente gosto de algo da primeira vez que escuto. Preciso dar uma segunda chance. Se nem aí rolar, é porque não gosto mesmo! ;)

Wednesday, November 30, 2011

Paul McCartney - McCartney


Em geral, eu gosto de Paul McCartney. Mas, após ouvir, re-ouvir e ouvir novamente este disco e não chegar a conclusão nenhuma, só posso dizer que o disco não fez diferença nenhuma na minha vida... Fazer o que? Às vezes acontece. Ou é isso, ou eu não prestei atenção. Mas... Três vezes? É demais, né?

Monday, November 21, 2011

Planeta Terra 2011

Justamente por não ser freqüentadora assídua de shows, minhas incursões no meio são sempre cheias de aventura. Nunca é simplesmente ir, assistir ao show e voltar. Sempre acontece alguma coisa. E dessa vez não poderia ser diferente.
Ir ao Planeta Terra com o namorado, por si só, já era novidade. Mas ainda dava para piorar, ou melhorar, depende da concepção de cada um. Tudo começou com a viagem de ida para São Paulo. Entramos no ônibus e um ser tossia sem parar, alucinadamente. E eu nem podia reclamar porque afinal, já passei pela situação (tenho certeza que todos os passageiros do vôo da Ibéria para Madrid, do dia 19 de Agosto de 2008 devem lembrar-se de mim até hoje, pois eu tossi a noite toda e não deixei ninguém dormir... hehehehe). Mas o problema não é tossir... era como ele tossia, que tornava impraticável ficar quieto. Afinal, eu e o namorido não somos boa gente e um ser que tosse e geme o tempo inteiro é material para falar e rir durante as 3 horas e meia de viagem. Fora pessoas dormindo, roncando, a gente quase perder o ônibus na parada do posto (ok... não foi tanto assim. Mas eu sou muito dramática).
Enfim, chegamos a São Paulo e ao show. E aí, mais uma historinha. O segurança vira pro namorido e pergunta: “Você tem drogas no bolso?” Ele respondeu: “Não.” E o segurança: “Pode passar.” Ahn? Como assim? Então é tão fácil assim, é? Tudo bem, ele não tinha drogas no bolso mesmo, mas muita gente tinha (a fumaça durante os shows não negava isso).

Ser no Playcenter ajudou muito. Afinal, como eu já disse em outro texto, é preciso muita logística para juntar 20 mil pessoas num único lugar e o fato de o lugar já ser preparado para receber muita gente ajudou bastante. Havia muitos banheiros (os do lugar e mais um milhão de banheiros químicos) o que dificultava (mas não evitava) a formação de filas, a praça de alimentação era bem estruturada e você não ficava três horas esperando para comer. Os bares, então, atração a parte: além de vários espalhados pelo parque, ainda havia uns carinhas com mochilas térmicas, latinhas e copos, e uma plaquinha onde se lia “Bar” que ficavam circulando pelo lugar, tornando muito mais fácil a vida de quem queria beber cerveja.

Em relação aos shows, chegamos a tempo de ouvir o final do show do “Garotas Suecas” e depois assistimos, também o final, do show de “The White Lies”, uma banda que eu jurava não conhecer mas que toca uma série de músicas que, inclusive, fazem parte da lista do meu player (numa demonstração incrível da minha incapacidade de relacionar nomes de bandas a nomes de músicas). Depois veio “Toro y Moy”, que eu confesso só ter assistido por indicação do Mark (Std11), mas que no final das contas foi bem legal (novamente eu jurava não conhecer nada mas já tinha ouvido – e gostado – de várias músicas).
Depois disso, minha investida no Indie Stage acabou. Afinal, começaria o show de “Interpol”, uma das bandas que eu tinha ido lá ver. Tocaram as músicas do disco novo, que particularmente não é um dos meus preferidos, mas também presentearam o público com sucessos como “Slow Hands” e “Obstacle 1”, que trouxeram a recordação de várias festas (pelo menos para mim) e fizeram todo mundo dançar e cantar com eles.
“Beady Eyes”, por sua vez é aquilo: bom pra quem gosta, mas não para mim. Musicalmente falando, o show pode ser impecável, mas eles são muito chatos. Eu nunca gostei de “Oasis” e “Beady Eyes” para mim, não mudou grandes coisas. Gosto de uma música ou outra e é só. Mas Liam Gallagher, é um chato de galochas e o show deles, sinceramente me deu sono. A tonalidade de voz do cara é sempre a mesma, as músicas muito lentas, enfim. Não gosto, e pronto. Além disso, nessa hora, as milhares de pessoas que tinham ido ali ver “The Strokes” já estavam aglomeradas na frente do palco tornando quase impraticável ficar por lá.

E então, chegou a hora. “The Strokes” subiu no palco e eu, sinceramente, não enxerguei absolutamente nada nas três primeiras músicas. Além de não conseguir respirar direito, tamanha a aglomeração. Nessa altura eu já tinha desistido de fotografar e estava pensando: C@#$%, vim aqui só pra ver os caras e não vou ver. Então, eu e o namorido demos a volta e fomos bem lá para trás. Aí sim. Era possível ver a divisão entre quem estava por La pela obrigação de ver Strokes, porque eles são os queridinhos da mídia e “se você quer ser legal tem que gostar deles” e quem realmente queria curtir o show. Estes últimos estavam lá atrás, cantando, dançando, bebendo cerveja, como quem está numa grande festa. E por falar em festa, foi como eu disse para o Mark, com Strokes e Interpol, o Planeta Terra estava parecendo festa do Std11. Hehehe
O show foi lindo! E valeu cada centavo e cada loucura feita para comprar o bendito ingresso.

E agora... bem, agora as pérolas!

- “Will you wait for me now?” palmas para o GPS natural do meu namorado. Ele me deixava sozinha, na muvuca, ia buscar cerveja e voltava e me achava. Isso quase o show inteiro, claro. Até que...

- “I'll be waiting for you baby”: Até que a gente foi para um lugar mais vazio. Ele foi buscar a cerveja, não conseguiu me achar e ainda ficou sem a cerveja que foi derrubada por uma garota dançando descontroladamente. A cara dele quando chegou em mim, muito tempo depois e sem cerveja foi engraçadíssima. Mas o melhor é que ele foi de novo e quase me perdeu de novo. Kkkkk

- “Are you ok?” Depois de quase 24 horas acordados, qualquer um apaga. Mas meu namorado apagou de verdade. E deu um show. Quando o ônibus parou, na volta, eu perguntei para ele: “Você vai descer?” E ele: “ahn?” Eu: “vai descer ou não vai?” Ele: “E você vai descer?” Eu: “Vou, agora anda logo porque eu preciso ir no banheiro.” Ele: “Tá.” Aí, descemos e ele solta a pérola: “Que parada é essa?” Eu: “O que?” Ele: “Que parada é essa?” Eu: “Do que você está falando?” Ele: “E a água?” Eu: “Que água?” Ele: “Quanto que já gastou?” Eu, já irritada: “Do que você está falando?” Ele: E quem ficou cuidando de mim? E o pessoal que estava lá atrás?” Eu: “Tá dormindo?” Ele: “Não consigo explicar”. De repente a criatura acorda... gente, durante todo esse tempo ele estava andando comigo pelo posto e dormindo. Só acordou depois... Pergunta se eu ri pouco?

(As frases em itálico são das músicas "12:51" e "Under cover of Darkness"

Tuesday, September 06, 2011

The Stooges - Funhouse


Eu gosto de Stooges, mas teve umas horas que achei esse barulhento demais para minha cabeça. Talvez eu esteja ficando velha. Mas, afinal, o disco é bom. Só não é daqueles que eu ando ouvindo ultimamente.

Sunday, September 04, 2011

Cat Stevens - Tea for the Tillerman


Sempre que ouço falar de Cat Stevens lembro de uma amiga minha que gosta muito dele e que tinha esse vinil. Essa amiga, é a mesma que diz gostar das classificações que eu dou para os discos que ouço (tipo: gostei mas não vou ouvir mais) e ela com certeza gostaria da classificação que eu dou para esse. Afinal, o disco é mto, mas mto bonito. Algumas músicas fizeram sucesso na minha adolescência, mas em novas versões, com outras bandas e eu sempre acho incrível quando uma música é tão boa que continua legal em qualquer versão que se lance dela.
Enfim, é um disco lindo, que eu gostei de verdade e faço questão de colocar no player de vez em quando. Inclusive pra curtir com Ligia, a amiga que gosta tanto dele! :)

Thursday, September 01, 2011

Baden Powell - Canto on Guitar


Primeira coisa de surpreendente: o disco é melhor do que eu pensava. Explico! Eu estava com medo de ouvi-lo porque achava que seria chato demais. Mas, na verdade nem é. Até que achei bem interessante. Claro que não é o tipo de coisa que eu ouço no meu dia-a-dia e também não passarei a ouvir de agora em diante. Mas, valeu a pena ouvir.
:)

Thursday, August 18, 2011

Simon & Garfunkel - Bridge over Troubled Water


Quando penso em Simon & Garfunkel sempre me vem à mente aqueles caras (Bolivianos, peruanos, sei lá) que vendem CDs de versões feitas com aqueles instrumentos típicos dos países andinos nas praças da cidade. Talvez porque os favoritos deles sejam justamente Simon & Garfunkel.
Outra impressão que eu tenho é que estou ouvindo sempre a mesma música. Enfim... gosto de uma coisa ou outra dos dois juntos (e praticamente nada de Paul Simon versão solo), mas não é o som que eu escolho pra tocar no player do carro, por exemplo.
Enfim... não é pra mim.

Monday, August 08, 2011

George Harrison - All Things Must Pass


Se for feita uma lista com os maiores fãs dos Beatles eu não entro nem se incluirem umas 20.000 pessoas. Gosto de uma música ou outra, esporadicamente. Não nego a importância dos caras. Só não é a música que eu escolho pra colocar no player, por exemplo.
Da mesma forma, também não morro de amores pelo que os ex-Beatles fazem/fizeram em carreira solo. Mas tenho que admitir: eu simplesmente A-DO-REI esse disco do George Harrison. Em Caps Lock e do começo ao fim! :)

Friday, July 29, 2011

Rod Stewart - Gasoline Alley


Desse eu gostei. De verdade. De todas as músicas de uma maneira geral, mas em especial de "You're my girl" e "Gasoline Alley". Esse é um daqueles que qdo eu tiver oportunidade, volta pro player. :)

Soft Machine - Third


Pode ser bom. Mas é mais um daqueles que não são pra mim. Simples assim... não consegui nem pensar em ouvir duas vezes. :/

Wednesday, July 27, 2011

The Who - The Who Live at Leeds


O Disco é bom, mas não é pra mim. Não gosto, em geral, de versões ao vivo. Até por isso não sou uma pessoa que morre para ir em shows. Vou pela curtição, mas nunca ouço as versões ao vivo, qdo posso escolher.
Enfim, de qq maneira, um bom disco, mas que não vai entrar na lista do player.